Em moções de congratulações apresentadas à Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), o deputado Júnior Nascimento (UB) aplaudiu a passagem dos aniversários de emancipação política e administrativa dos municípios de Andorinha e São José do Jacuípe, que festejam 35 anos de fundação nesta quinta-feira (13).
Com aproximadamente 15 mil habitantes, conforme mostrou o censo demográfico realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no ano de 2022, Andorinha está localizado no Território de Identidade do Piemonte Norte do Itapicuru e tem limites com os municípios de Senhor do Bonfim, Monte Santo, Itiúba e Uauá.
Ao destacar a formação histórica e desenvolvimento do município, o parlamentar explicou que o começo da povoação se deu a partir da chegada da família de João Alves de Araújo, em 1885, a uma fazenda que tinha um rochedo branco em frente chamado de “morro das andorinhas”. “O local, geralmente nos fins das tardes, servia de pouso para andorinhas”, justificou.
Antes pertencente ao município de Senhor do Bonfim, Andorinha passou por um crescimento econômico e populacional que culminou com sua emancipação em 1989. Esse crescimento, apontou o deputado Júnior Nascimento, teve como molas propulsoras a instalação, na região, da Companhia de Ferro e Ligas da Bahia (Ferbasa) na década de 1970, e o início de obras do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs).
Situado no Território de Identidade da Bacia do Jacuípe, o município de São José do Jacuípe também foi emancipado em 13 de junho de 1989. Distante de Salvador cerca de 280 quilômetros, o município tem limites com Quixabeira, Várzea da Roça, Santaluz, Capim Grosso, Capela do Alto Alegre e Gavião. A população é estimada em 10 mil pessoas, de acordo com o censo demográfico do IBGE.
O local onde o município se desenvolveu, explicou o parlamentar em sua moção, era inicialmente habitado tribos indígenas e, logo depois, foi invadido por exploradores europeus. Atualmente, possui uma economia baseada na agricultura e na pecuária de subsistência, com pequena atividade industrial e comercial, principalmente na área de serviços. “A cultura do sisal é também muito importante para a economia local, porém o grande problema que atinge a região é a estiagem, dificultando a expansão e, consequentemente, o desenvolvimento do município”, contextualizou o deputado.
REDES SOCIAIS