O deputado José de Arimateia (Republicanos) protocolou moções de congratulações, na Casa Legislativa, pela passagem do 35º e 148° aniversários de emancipação dos municípios de Serrinha e Saubara, respectivamente, ambos comemorados nesta quinta, 13 de junho.
No documento, Arimateia lembrou as origens de Serrinha - habitada inicialmente pelos índios Cariris -, com a chegada de Bernardo da Silva em 1715, líder de uma expedição portuguesa, que marcou o início de sua estruturação urbana. “Em 13 de junho de 1876, o Arraial de Serrinha ascendeu à categoria de Vila, conforme a Lei Provincial nº 1069, estabelecendo o município de Serrinha”, relatou.
O legislador destacou o dinamismo industrial e comercial do município aniversariante, tendo como pilares econômicos os setores mineral, agrícola e pecuário, e a cultura local. “Serrinha é um mosaico de expressões artísticas, com destaque para a Vaquejada de Serrinha, um evento com meio século de tradição que simboliza a bênção e união dos vaqueiros locais”, disse.
“Por sua história de mais de um século, seu desenvolvimento contínuo e crescimento, Serrinha merece nosso reconhecimento e homenagem neste dia, refletindo sua relevância e contribuição significativa nos campos econômico, cultural e educacional entre as cidades baianas”, parabenizou.
CONQUISTA
Também o município de Saubara foi parabenizado pelo parlamentar, que considerou a emancipação política de Saubara, conquistada 1989, um marco significativo na rica tapeçaria histórica da Bahia, “um ato que ressoa até hoje entre seus cidadãos e que pessoalmente celebro, pois Saubara é uma parada constante em minhas viagens pelo interior da Bahia e um componente vital de minha jornada política”, afirmou.
Arimateia considerou a independência de Saubara “um símbolo das aspirações e do espírito indomável por liberdade de seu povo”, e exaltou a cultura município do recôncavo baiano, “que brilha, especialmente na lembrança da luta pela Independência da Bahia, onde a coragem das mulheres de Saubara é eternizada”, acrescentou, referindo-se às Caretas do Mingau, mulheres camufladas na penumbra da madrugada, que assustavam os soldados portugueses e forneciam, secretamente, alimentos, armas e informações aos combatentes escondidos.
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