A Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) sedia, entre esta segunda-feira (12) e a próxima sexta (16), mais uma feira com produtos diversos. Montadas no corredor em frente à agência do Bradesco, as barracas abrigam itens como roupas, biscoitos, salgados, doces, queijos e acessórios de vestuário, como bolsas, sandálias e bonés.
A feira desta semana tem apoio do mandato da deputada Olívia Santana (PCdoB) e busca incentivar pequenos empreendedores. Na barraca de Estela Lima da Silva, os servidores e visitantes poderão encontrar produtos da fazenda, entre eles, queijos mineiros, pimenta caseira, doce de tamarindo, ambrosia e queijo coalho. Conforme ressaltou a vendedora, nesta terça-feira (13) será promovida a degustação de queijos e requeijão.
Na organização da feira, Estela divide a barraca com a empreendedora Juciara Ribeiro, que oferta produtos para quem tem restrição alimentar. “Essa é uma oportunidade de apresentar nossos produtos. Eu trabalho com salgados com massa leve, com glúten e sem glúten, com lactose e sem lactose”, explicou Juciara, que, fora das instalações da ALBA, comercializa seus itens em pontos de ônibus da capital baiana e, especificamente aos domingos, no Parque da Cidade.
No estande de Nélia Carvalho, o público encontra algumas peças de roupas com temática africana feitas pela própria artesã. A empreendedora contou que seu trabalho tem como base a reciclagem de tecidos, a exemplo do jeans, e a confecção de roupas com algodão, que possui menor tempo de decomposição na natureza quando comparado às peças produzidas com plástico em sua composição.
“Na nossa linguagem, há uma preocupação com a questão da sustentabilidade. Há também peças feitas com algodão puro, pois, atualmente, a gente está limpando o chão com algodão e vestindo plástico”, afirmou, mostrando uma camiseta regata feita com tecido que geralmente é usado para fazer pano de chão.
Em relação às roupas com cores que remetem à África, Nélia explicou como se dá o processo de produção. “Essa técnica se chama decupagem. É tecido sobre tecido. No vestuário africano, cada desenho daquele tem uma simbologia, o tecido fala”, explicou. Em sua barraca, também há itens de cerâmica e brinquedos para crianças. Fora da feira, o trabalho da artesã pode ser encontrado na ala dos artesanatos no Mercado Municipal de Itapuã.
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