Antes da ordem do dia, anunciada pela presidente Ivana Bastos, os trabalhos desta terça-feira (9), no Plenário Orlando Spínola, foram conduzidos pelo deputado Rosemberg Pinto (PT), que concedeu o tempo a todos os deputados que quiseram fazer uso da palavra. Os parlamentares saudaram a presença, na galeria Paulo Jackson, dos servidores representantes do movimento “Devolvam Nosso Planserv”.
Hilton Coelho (Psol) informou que apresentou indicação para que o Executivo mande projeto que garanta o pagamento de abono extraordinário e juros de mora dos precatórios do Fundef aos educadores. Também saiu em defesa da luta da categoria de professores de Salvador, Lauro de Freitas e Candeias, além dos profissionais de enfermagem.
José de Arimateia (Republicanos) saudou o Dia Nacional do Médico Veterinário, celebrado em 9 de setembro, destacando a importância da profissão para saúde pública, bem-estar animal e o desenvolvimento do agronegócio no Brasil. Também parabenizou os 77 anos da Rádio Sociedade News FM, “um dos mais respeitados veículos” de Feira de Santana.
Tiago Correia (PSDB) comemorou a publicação, no Diário Oficial, da contratação de empresa para restauração da BR-415, trecho Barra do Choça a Vitória da Conquista. Também saudou os colegas veterinários pelo seu dia, e voltou a cobrar empenho do governo para resolver a alta de preço das passagens e escassez de voos regionais na Bahia.
Jordavio Ramos (PSDB) questionou a falta de resposta do Planserv após mais de 100 dias de ocorrida uma audiência pública, na Casa, que discutiu a situação do plano. O tucano desejou sucesso ao novo diretor do órgão, Luiz Eduardo Perez, porém pediu “respeito ao servidor”, ratificando que o movimento e os deputados buscam diálogo e solução.
Pedro Tavares (UB) se associou a Tiago Correia, criticando as empresas aéreas que seguem praticando preços exorbitantes, “mais caro que viagens internacionais”, prejudicando a economia da Bahia. Ele também defendeu a gestão da prefeita Débora Régis em Lauro de Freitas, afirmando que sua correligionária herdou uma Prefeitura “quase falida”.
Fabíola Mansur (PSB) celebrou a sansão de projetos de lei, pelo governador Jerônimo Rodrigues, que reajusta o vencimento de 40 segmentos de servidores estaduais, além de destacar encontro que apresentou projetos de mobilidade urbana na capital e na RMS. Também anotou a criação de comandos da PM, especialmente em Irecê e Cachoeira.
Robinson Almeida (PT) ressaltou que o Brasil vive um momento histórico com o julgamento, no STF, dos envolvidos na tentativa de golpe de Estado. “São provas robustas”, afirmou, citando, entre outros, o plano ‘Punhal Verde e Amarelo’. Também definiu como “falsos patriotas” manifestantes que estenderam a bandeira dos EUA no 7 de Setembro.
Robinho (UB) dirigiu-se aos servidores na galeria, opinando que a solução para o Planserv é o “reajuste do subsídio do governo, que já foi de 5% e hoje está em 2,5%”. Também declarou-se um “municipalista convicto” ao defender desoneração da folha de pagamentos dos municípios e questionar legalidade de pagamento de segurança em festas de prefeituras.
Zé Raimundo Fontes (PT) tratou da defesa da soberania nacional e independência no 7 de Setembro, lamentando o ato, na Avenida Paulista, que exibiu uma bandeira gigante “de um país que ameaça a economia e as instituições do Brasil”. Para o petista, o julgamento, na 1ª Turma do STF, dos réus por tentativa de golpe de Estado é “um acerto com a história”.
Fabrício Falcão (PC do B) parabenizou o governador Jerônimo Rodrigues e a ALBA pelos projetos sancionados, de melhoria salarial de 45 mil servidores públicos, além da criação de novos comandos e cargos para a Polícia Militar. Também tratou dos ataques de Israel a Catar, para ele “mais um crime de guerra”, e se associou às falas do colega que o antecedeu.
Rosemberg Pinto (PT) iniciou agradecendo à presidente Ivana Bastos por permiti-lo dirigir a sessão até aquele momento, louvando os acordos conduzidos por ela com as bancadas da maioria e da minoria. O petista se juntou aos críticos sobre ato na Paulista com bandeira americana, e repercutiu também o julgamento de Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado.
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