O pequeno expediente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), desta segunda-feira (2), contemplou a fala de todos os parlamentares inscritos para o horário, que usaram a tribuna para defender suas pautas e posicionamentos. Os trabalhos foram conduzidos pela vice-presidente da Casa, deputada Fátima Nunes (PT).
Raimundinho da JR (PL) relatou que a Prefeitura de Dias d’Ávila mantém ônibus escolares sucateados e, pela segunda vez, recusa veículos novos frutos de emenda do seu mandato para o município. O liberal também parabenizou o procurador-geral de Justiça Pedro Maia, que tomou posse, na última sexta-feira, dia 27 de fevereiro, para o segundo mandato como chefe do Ministério Público da Bahia.
Luciano Araújo (SD) criticou a suspensão temporária, pelo Governo Federal, da importação da amêndoa oriunda da Costa do Marfim como solução para a crise que afeta produtores do cacau, especialmente na Bahia. Apesar de reconhecer os esforços do governador Jerônimo Rodrigues e equipe, ele afirmou que a única saída é a União proibir, em definitivo, as importações deste cacau.
Hilton Coelho (PSOL) descreveu a situação da cidadã Flávia Soares, que teve sua moradia, nos arredores do Parque de Pituaçu, em Salvador, derrubada pelo Estado enquanto trabalhava no circuito do Carnaval, numa ação “muito diferente dos empreendimentos privados que invadiram o parque”. Ele anunciou que entrará na Justiça para reintegração de posse e reconstrução da casa.
Robinho (UB), como produtor de cacau, também reclamou da queda no preço do produto diante das importações, definindo o “grande transtorno” como “uma questão ideológica do governo federal”. Também criticou o governador Jerônimo Rodrigues por nova promessa de fazer o desvio do Riacho do Meio, em Dário Meira, em anúncio sobre obras de drenagem, na cidade, no ano passado.
Reportragem: Alexandre Melo
Edição: Franciel Cruz
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