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Pedro Tavares propõe lei para ampliar assistência a pessoas com Parkinson na Bahia

Publicado em: 10/04/2026 14:13
Editoria: Notícia

A iniciativa do deputado tem como objetivo fortalecer a prevenção, ampliar o acesso ao diagnóstico precoce e garantir um atendimento mais humanizado e eficiente
Foto: AscomALBA/AgênciaALBA
O deputado Pedro Tavares (UB) apresentou, na Assembleia Legislativa, um projeto de lei que estabelece diretrizes para a Política Estadual de Atenção Integral às Pessoas com Doença de Parkinson. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a prevenção, ampliar o acesso ao diagnóstico precoce e garantir um atendimento mais humanizado e eficiente aos pacientes em todo o estado. A proposta ganha ainda mais relevância diante do Dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson, celebrado neste sábado (11).

Na proposta, o parlamentar destaca que o aumento dos casos da doença exige mais atenção do poder público. No Brasil, mais de 530 mil pessoas vivem com Parkinson. Na Bahia, a estimativa é de que entre 15 mil e 20 mil pessoas convivam com a doença.

“O Estado precisa estar preparado para oferecer atendimento adequado, desde o diagnóstico até o tratamento e a reabilitação, garantindo mais qualidade de vida para os pacientes e apoio às famílias. A nossa preocupação é garantir que seja ofertada uma assistência eficiente a essas pessoas, contribuindo para melhorar o seu dia a dia”, ressaltou.

O projeto prevê ações dentro do Sistema Único de Saúde (SUS) voltadas à prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação, além da organização de metas de cuidado na rede pública.

A proposta também prevê atendimento multiprofissional, com especialistas como neurologistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos e assistentes sociais.

A matéria apresentada pelo deputado inclui também a capacitação de profissionais de saúde e campanhas de orientação para pacientes e cuidadores, além de estimular ações que contribuam para a inclusão social das pessoas com Parkinson.

“É uma doença que impacta profundamente a vida das pessoas, e precisamos avançar em políticas públicas que ofereçam suporte e acompanhamento adequado. É preciso que o estado tenha mais sensibilidade e busque avanços para assistir os pacientes que convivem com o distúrbio”, concluiu o deputado.

Reportagem: Ascom 
Edição: Franciel Cruz



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