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Niltinho e Arimatéia saúdam a data magna da Bahia

Publicado em: 07/07/2026 18:13
Editoria: Notícia

Parlamentares destacaram a luta coletiva em prol da independência
Foto: Ascom/AgênciaALBA
Os deputados Niltinho (PSD) e José de Arimatéia (Republicanos) apresentaram, na Assembleia Legislativa, moções de congratulações saudando o povo baiano pela comemoração dos 203 anos da Independência da Bahia. A data, ressaltou Arimatéia, consolida a Independência do Brasil em território baiano “e representa um dos mais relevantes marcos da formação da soberania nacional”. Embora a Independência do Brasil tenha sido proclamada em 7 de setembro de 1822, foi somente com a expulsão definitiva das tropas portuguesas de Salvador, em 2 de julho de 1823, que a emancipação política brasileira se consolidou de forma plena.

Ele lembrou também que a resistência travada em solo baiano demonstrou que a liberdade não foi fruto de um ato isolado, “mas resultado da coragem, da mobilização popular e do compromisso de homens e mulheres que colocaram suas vidas a serviço da construção de uma Nação verdadeiramente independente”. A luta pela independência na Bahia, na constatação de Niltinho, foi um movimento popular que engajou diversas camadas da sociedade. Ele destacou figuras como Maria Quitéria, a primeira mulher a se alistar em uma unidade militar no Brasil, além de Joana Angélica e Maria Filipa de Oliveira. A primeira, uma abadessa que foi assassinada ao defender o Convento da Lapa em Salvador contra a invasão portuguesa. Já a outra, uma líder marisqueira que comandou mulheres na Ilha de Itaparica contra as embarcações portuguesas.

Para Arimatéia, o povo baiano escreveu uma das páginas mais nobres da história do Brasil. “Civis, militares, trabalhadores rurais, religiosos, negros libertos e escravizados, indígenas e tantas outras lideranças populares uniram forças em defesa da autonomia nacional, transformando o movimento de resistência em um verdadeiro símbolo da participação popular na consolidação do Estado” disse, ao considerar que o 2 de Julho transcende a dimensão histórica e cívica. “Trata-se de uma data que reafirma valores permanentes, como a defesa da liberdade, da democracia, da justiça, da identidade nacional e da soberania do povo brasileiro. É um patrimônio imaterial da Bahia e um legado que inspira as atuais e futuras gerações a preservarem os princípios que sustentam uma sociedade livre e comprometida com o bem comum”.

Niltinho ainda lembrou que o de 2 de Julho é o feriado cívico mais importante da Bahia, cujas festividades em Salvador costumam incluir o tradicional desfile cívico com a presença de carros emblemáticos, a exemplo do Caboclo e da Cabocla, cortejos populares e apresentações musicais. Por conta disto, afirmou, a Cidade de Cachoeira, no Recôncavo, “torna-se simbolicamente a Capital do Estado nesta data histórica, em homenagem aos eventos precursores do movimento. A vitória conquistada em 2 de julho constitui um dos maiores exemplos da força da participação popular na construção da história nacional”, completou. Também para Arimatéia, a vitória conquistada em 2 de Julho constitui um dos maiores exemplos da força da participação popular na construção da história nacional.

Reportagem:Nice Melo
Edição: Franciel Cruz







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