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Ludmilla Fiscina parabeniza Ribeirão do Amparo, Aporá e Sátiro Dias

Publicado em: 14/08/2026 05:42
Editoria: Notícia

Parlamentar elogiou os três municípios que completaram 68 anos de emancipação política
Foto: Ascom/AgênciaALBA
A deputada Ludmilla Fiscina (PSD) fez inserir na ata dos trabalhos da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) um conjunto de moções de congratulações pela passagem dos aniversários de 68 anos de emancipação política dos municípios de Ribeirão do Amparo, Aporá e Sátiro Dias, que serão comemorados nesta sexta-feira (14). Nos documentos, a parlamentar traz informações geográficas e históricas dos municípios.

A respeito de Ribeira do Amparo, localizado no Território de Identidade do Semiárido Nordeste II, a 257 km de Salvador, Ludmilla lembra que o povoamento teve início na segunda metade do Século XVII, com um aldeamento missionário para a catequese dos indígenas Cariris. Como explicou a legisladora, o povoado de Ribeira do Pau Grande, como antes era chamada a localidade, foi elevado à categoria de freguesia pela Lei Provincial nº 294, de 9 de maio de 1848, com o nome de Nossa Senhora do Amparo da Ribeira do Pau Grande, subordinado à Vila de Pombal. Após mudanças de nome, de categoria e anexações, o lugar foi tornado município pela Lei Estadual nº 1.027, de 14 de agosto de 1958, desmembrado do município de Cipó e com o nome Ribeira do Amparo.

Quanto a Sátiro Dias, na microrregião de Alagoinhas e distante 205 km da capital baiana, Ludmilla Fiscina conta que a sua sede foi fundada por volta do ano de 1884, contudo a emancipação política aconteceu também em 14 de agosto de 1958. A deputada destaca que o município é famoso por festas tradicionais, a exemplo da Festa da Padroeira Nossa Senhora do Amparo, em 2 de fevereiro, e o Encontro de Conterrâneos e Amigos de Sátiro Dias, que acontece desde 2010.

A parlamentar observa ainda que a cidade tem forte potencial para a produção artística, “uma vez que existe um notável número de jovens que têm um envolvimento direta e indiretamente com a produção cultural, seja no âmbito da literatura, da música, da pintura ou da dança”.

Na moção em que homenageia o município de Aporá, Ludmilla diz que o seu território, além de integrar a Sesmaria da Casa da Torre de Garcia D’Ávila, foi povoado no início da primeira metade do Século XIX por colonos que se estabeleceram para desenvolverem a criação de gado e o cultivo de lavoura de subsistência. A 188 km de Salvador, no Território de Identidade Litoral Norte e Agreste Baiano, a localidade foi elevada à categoria de freguesia em 1816, com o nome de Nossa Senhora da Conceição de Aporá, vinculada a Freguesia do Divino Espirito Santo de Inhambupe. Em 14 de agosto de 1958, Aporá se tornou município pela Lei Estadual nº 1.021, desmembrado de Inhambupe.

Reportagem:  Luciano Aguiar 
Edição: Franciel Cruz





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