A vice-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), deputada Fátima Nunes (PT), e a presidente da Comissão de Educação, Cultura, Tecnologia e Serviços Públicos, Olívia Santana (PC do B) participaram, na noite desta quinta-feira (5), da abertura do Novembro Negro, realizada na Concha Acústica do Teatro Castro Alves (TCA), em Salvador.
O evento reuniu uma multidão e contou com a presença de artistas, representantes de movimentos sociais e autoridades políticas, em uma programação marcada pela valorização da história, da cultura e da resistência da população negra.
Um dos momentos de destaque foi a homenagem ao ator Antônio Pitanga. Em sua participação, ele apresentou um relato sobre seu nascimento, sua trajetória artística e as conquistas do povo negro, destacando a importância da resistência, das lutas coletivas e das manifestações culturais na construção da sociedade brasileira.
Para Fátima Nunes, a homenagem e a programação representam o reconhecimento de uma história construída por meio da luta e da resistência. “Foi uma fala potente, que trouxe a memória de tantos momentos da caminhada do povo negro e mostrou que é por meio da resistência, da organização e da luta que conquistamos direitos. A cultura também tem um papel fundamental nessa trajetória e engrandece a Bahia e todo o Brasil”, destacou a deputada.
Ao encerrar sua participação, Antônio Pitanga saudou a Bahia e a liberdade, fazendo referência ao simbolismo do Dois de Julho, marco da luta pela Independência da Bahia.
A programação também contou com a participação do ator e cantor Tony Tornado, da cantora Mariene de Castro e de outros artistas, que levaram ao público diferentes manifestações culturais. Estiveram presentes ainda a deputada federal Benedita da Silva, a secretária estadual de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Ângela Guimarães, e os deputados estaduais Olívia Santana e Ângelo Almeida, entre outras autoridades e lideranças.
A abertura do Novembro Negro integra a agenda de atividades voltadas à valorização da identidade, da memória e da cultura afro-brasileira, além de fortalecer o debate sobre o enfrentamento ao racismo, a promoção da igualdade racial e a garantia de direitos.
Reportagem: Ascom vice-presidência ALBA
Edição: Divo Araújo
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