O presidente Marcelo Nilo abriu a sessão pouco antes das 16 horas, ao compor a mesa dos trabalhos e designar uma comissão composta por dez parlamentares para acompanhar Jonas Paulo na entrada do plenário. O evento, que teve música do sertão ao som de Vilela e Cicinho de Assis, e de um antigo jingle institucional do PT na voz de Rafaeli e violão de Daniel, funcionários da Assembleia.
Mesmo nunca tendo pertencido ao partido, Nilo afirmou que deve muito de sua formação política aos parlamentares petistas, destacando o convívio com Paulo Jackson, citando ainda vários outros parlamentares desde a 12ª Legislatura. Ao se pronunciar no encerramento da sessão, o presidente fez questão de ressaltar as realizações do governo, garantindo que foi o período em que mais se investiu em segurança pública e garantiu melhores vencimentos para os servidores. "O senhor recebeu 83% das estradas intransitáveis e recuperou 80% delas", disse, citando ainda os seis hospitais construídos, marca também nunca registrada.
O governador Jaques Wagner teve que abrir uma brecha na agenda e chegou pouco depois da entrega dos troféus aos ex-presidentes do partido na Bahia, antes de Jonas Paulo ocupar a tribuna para agradecer a homenagem. O próprio Jonas recebeu o troféu das mãos do secretário do Planejamento, José Sérgio Gabrielli, o deputado Marcelino Galo recebeu das mãos da colega de bancada, Fátima Nunes; o deputado federal Josias Gomes, das mãos de Paulo Rangel, Peri Falcón, do secretário das Relações Institucionais, César Lisboa. A Sérgio Guerra foi entregue por Luíza Maia; Joseildo Ramos ofereceu a distinção a Edival Passos e coube a Rosemberg distinguir o primeiro presidente do partido na Bahia, Jaques Wagner. Yulo entregou ao representante de Zezéu Ribeiro.
Ao longo da sessão, muitos foram os pronunciamentos que mostraram as expectativas para a legenda, mas não esqueceram de invocar a lembrança de próceres do partido que já morreram. A ex-prefeita de Lauro de Freitas, Moema Gramacho, foi a primeira, ao lembrar os nomes do ex-deputado Paulo Jackson (cujo papel foi enfatizado por quase todos) e Zé Olívio. Na mesma linha seguiram Nelson Pelegrino, Walter Pinheiro e o próprio governador, que lembrou de Rogério Ataíde, Acácio e Zé Novaes.
REDES SOCIAIS