O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Marcelo Nilo, foi homenageado anteontem, em Itaberaba, com o título de cidadão. No emocionado discurso de agradecimento, disse que o melhor momento para um homem público é quando vê o trabalho reconhecido, como ocorria em Itaberaba, cidade que sempre o apoiou e socorreu nos momentos difíceis. Além de Marcelo Nilo, outros cidadãos foram homenageados pela Câmara Municipal na sessão solene comemorativa dos 136 anos de emancipação política do município.
O plenário José Amando Sales de Oliveira, um ex-presidente da Assembleia Legislativa, lotou, pois na cerimonia outras personalidades locais também receberam a honraria. Estava presentes as maiores autoridades civis e militares da cidade, bem como o deputado federal João Leão (PP) e o deputado estadual Cacá Leão (PP), os ex-deputados Nivaldo Fernandes e Carlinhos Oliveira – além do prefeito da cidade, João Filho, e do prefeito de Ibiquera, Rildo Ramos.
Dois ex-prefeitos da cidade participaram da solenidade, Antonio Andrade Santos, o Bodinho, e Solon Ribeiro, além do ex-prefeito José
Messias, o Ligeirinho, de Utinga. Vereadores e lideranças políticas dos municípios vizinhos também se deslocaram até Itaberaba para a homenagem ao deputado Marcelo Nilo. Os trabalhos foram dirigidos pelo presidente da Casa, vereador Zenildo Aragão, que concedeu três minutos para cada vereador se pronunciar a respeito dos títulos que estavam sendo concedidos. Os homenageados falaram em seguida.
O presidente da Assembleia agradeceu “de coração” a iniciativa do vereador Fredson Silva, conhecido como Fel de Cacai que propôs a honraria e a cada vereador, reafirmando seus laços políticos e afetivos com Itaberaba e sua gente. Em seguida fez um breve relato de sua vida política, desde a passagem pela presidência da Embasa, os 16 anos como oposicionista, até chegar ao poder com o governador Jaques Wagner em 2006 – bem como da sua terceira recondução à presidência do Legislativo Estadual. Marcelo Nilo mostrou que conhece a realidade regional, falou do custo humano econômico da seca atual, “a maior em 60 anos” e relatou providências que estão sendo adotadas pelo governo estadual e pela União para minorar a situação atual.
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