MÍDIA CENTER

Frente Parlamentar promove debate sobre Código Florestal

Publicado em: 18/04/2013 00:00
Editoria: Diário Oficial

Evento foi coordenado por Marcelino Galo, vice-presidente da Comissão de Meio Ambiente
Foto:

Pesquisadores, estudantes, professores, doutores em biologia, organizações não governamentais (ONGs), representantes de órgãos que monitoram e executam as ações ligadas ao meio ambiente, parlamentares, além da sociedade civil estiveram na manhã desta quinta (18), na Assembleia Legislativa, para debater o Código Florestal. O seminário “Código Florestal em Debate” foi proposto pelo Grupo de Trabalho (GT) da Frente Parlamentar Ambientalista da Bahia, coordenada pelo vice-presidente da Comissão de Meio Ambiente, Seca e Recursos Hídricos, deputado Marcelino Galo (PT). O grupo foi criado no mês passado para acompanhar e implementar o código no Estado.
“Nosso estado foi o primeiro no Brasil a criar um grupo de trabalho para acompanhar o tema. Queremos de forma participativa estimular a sociedade para a discussão e deixá-la atenta ao cumprimento do novo Código Florestal, além de apresentar à população as políticas públicas e ações governamentais e da iniciativa privada que promovam o desenvolvimento sustentável no Estado”, pontua o parlamentar, que ainda informou que a atividade seguiria no período da tarde com a composição das mesas de debates, sendo essa a primeira etapa de acompanhamento do GT sobre as perspectivas do Estado.
Ainda durante a manhã, o doutor em Biologia Vegetal pela Unicamp e professor da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da USP, Ricardo Ribeiro Rodrigues, afirmou que o Código Florestal foi por muito tempo ignorado. “Tivemos 50 anos em que ele nunca foi incluído em uma política agrícola, então a questão ambiental nunca foi e continua não sendo incluída na política agrícola mesmo sendo uma lei de 1965. Alguns pontos foram importantes para se começar a pensar no Código Florestal, a Política Nacional de Meio Ambiente de 1981, a Constituição Federal de 1988, mas efetivamente o que fez começar a aplicação do Código Florestal foi a lei de Crimes Ambientais de 1998”, afirmou Rodrigues.
Estiveram presentes, além de Ricardo Ribeiro Rodrigues, o presidente da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia, deputado Leur Lomanto Júnior, a promotora de Justiça do Ministério Público, Luciana Khoury, o secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável (MMA), Paulo Guilherme Cabral, o advogado e assessor jurídico do Instituto Socioambiental, Raul do Vallle, o presidente do Sindicato dos Engenheiros da Bahia (Senge), Ubiratan Félix e o superintendente estadual do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Moysés Aquino. Recuperação de avenida tem status de urgência para Sidelvan Nóbrega.



Compartilhar: