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Carlos Lupi já é Cidadão Baiano

Publicado em: 19/04/2013 00:00
Editoria: Diário Oficial

O plenário da Assembleia ficou completamente lotado de políticos e admiradores do presidente do PDT
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O presidente nacional do PDT se tornou cidadão baiano às 15h50 Da última sexta-feira,  quando recebeu das mãos do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Marcelo Nilo, do presidente regional da legenda, Alexandre Brust, e dos cinco deputados estaduais do PDT o título de Cidadão Baiano que a Casa lhe concedeu a partir de proposição do também pedetista Roberto Carlos. Foi um momento de emoção na sessão solene que, marcada pela descontração e humor dos oradores.  O evento lotou o plenário do Legislativo.
A saudação ao homenageado foi do deputado Roberto Carlos que em sua já longa vida pública, iniciada em 1991, só pertenceu a um partido, o PDT, fiel ao legado do ex-governador Leonel de Moura de Brizola e de suas principais bandeiras – a educação, o trabalhismo e o nacionalismo. O parlamentar lembrou a importância do trabalho do criador do trabalhismo, o ex-presidente Getúlio Vargas, e fez um paralelo de sua origem humilde, com a de Carlos Lupi. Roberto foi camelô, e Lupi jornaleiro e dono de banca de revistas.

DESCONTRAÇÃO

No discurso de encerramento dos trabalhos, o deputado Marcelo Nilo agradeceu a acolhida que teve no seio do PDT, após 19 anos de militância no PSDB, registrou a sua satisfação em ter como conterrâneo um cidadão com a história e a importância do ex-ministro Carlos Lupi e louvou a Bahia, estado em que é uma benção para qualquer pessoa nascer – ou ser baiano por adoção. Ele tratou ainda da folha de serviços prestados ao Brasil, a Bahia e aos baianos pelo homenageado, elogiando ainda a dedicação do presidente regional do PDT, Alexandre Brust.
Ao agradecer a cidadania, o ex-ministro e presidente nacional do partido, Carlos Lupi, optou pela descontração, num discurso carinhoso em relação “à nossa pátria baiana, pois aqui nasceu o Brasil e foi aqui também que a nossa independência de Portugal se consolidou. E prometeu trabalhar pela Bahia, pois se julga não merecedor de tão alto galardão. Encerrou dizendo que se apaixonou “bela boa terra” ainda menino, no Rio de Janeiro, quando a sua escola de Samba, o Salgueiro, ganhou o carnaval com o samba de Zuzuca, Bahia de Todos os Deuses, que cantou da tribuna até o fim.
A Mesa de Honra dos Trabalhos foi composta, além do presidente Marcelo Nilo, do homenageado e do deputado Roberto Carlos, pelos membros da bancada do PDT na Casa, João Bonfim e Euclides Fernandes, pelos secretários Nestor Duarte, que representou o governador Jaques Wagner, em missão oficial no exterior, e Paulo Câmera, pela senadora Lídice da Mata (PSB) e pelo deputado federal Daniel Almeida, presidente regional do PC do B. Compuseram também a mesa o deputado federal Felix Mendonça Júnior (PDT), o presidente regional da legenda, Alexandre Brust, o vereador de Salvador Odiosvaldo Vigas (PDT) e os presidentes da Federação dos Comerciários, Márcio Fatel, e do Sintracap, Magno Lavigne.
Presentes ainda na sessão o ex-deputado federal Severiano Alves, o presidente regional do PSC Eliel Santana, o ex-presidente da Câmara Municipal Gilberto José, o ex-deputado Pedro Alcântara, a cúpula do PDT baiano, prefeitos, vereadores interioranos, sindicalistas e militantes do partido.



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