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Audiência na AL debate criação de fundo para segurança pública

Publicado em: 14/05/2013 00:00
Editoria: Diário Oficial

Sessão convocada pelo deputado Capitão Tadeu trouxe para a Bahia o senador João Capiberibe
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Aconteceu na manhã de ontem uma audiência pública promovida pela deputado Capitão Tadeu (PSB) para debater o Fundo Nacional de Segurança Pública (PEC 24) que poderá dar suporte à PEC 300. A constituição de um fundo específico para a segurança pública tornou-se necessária porque os recursos destinados ao Programa Nacional de Segurança com Cidadania (Pronasci) sofreram um grande decréscimo nos últimos anos.
O evento contou com a presença do senador da república João Capiberibe (PSB/AP), autor desta proposta constitucional; do tenente coronel Sérgio Baqueiro, que representou a Secretaria de Segurança Pública da Bahia; do deputado estadual Bira Corôa (PT); de Castilho e Fabrício Soares, vereadores nas cidades de Brumado e Lençóis, respectivamente; além de autoridades públicas e das principais associações da polícia como APPM, ASPRA, PMB, PPSP, entre outras.
A abertura da audiência foi realizada pelo senador Capiberibe que fez uma apresentação em slides para os presentes detalhando as informações sobre a PEC 24 que se encontra em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ),  tendo como relator o senador Aécio Neves (PSDB/MG).

MELHORIAS

O deputado Capitão Tadeu ressaltou a importância desta Casa em realizar o evento. “Essa audiência pública é constituída com o objetivo de criar um fundo nacional para possibilitar que os estados e municípios tenham melhorias na segurança pública”. Durante o debate, o tenente Ulisses criticou a falta de regulamentação dos jogos de azar, assuntoque faz parte do dia dia do policial. “Toda esquina tem uma banca de jogo do bicho.
Por que não regulamentar e criar uma zona franca para este fim? Se não existe uma legalização, não permita também que este fundo faça parte do salário do policial”, declarou.
Para o vereador Castilho, da cidade de Brumado, a questão da distribuição deste fundo tem que ser pautado na necessidade das cidades. “O problema da segurança pública é mais complexo. A questão humana e salarial é uma delas e precisa de apoio mais forte. Agora, como estariam definidas a  distribuição deste fundo? No meu município faltam viaturas. Temos que nos preocupar com uma distribuição justa de acordo com a necessidade local”, declarou o parlamentar.

PROPOSTA

De acordo com a proposta, os critérios de distribuição a serem determinados em Lei Complementar deverão ser levados em consideração são os seguintes: indicadores de violência em cada ente federado, investimento em capacitação e formação das policias estaduais,remuneração dos servidores integrantes órgãos da segurança pública e índices de alunos matriculados na educação básica.



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