“São Félix do Coribe possui um patrimônio natural que reserva às pessoas que se interessam por turismo ecológico um significativo parque hídrico, no qual é possível desfrutar de passeios de barco, arriscando o seu talento na pesca ou se aventurando na canoagem, além de apreciar belas paisagens”, destacou o deputado Herbert Barbosa (DEM), que apresentou moção de congratulações, na Assembleia Legislativa, pela emancipação político-administrativa do município.
A cidade, que completa 24 anos, está localizada no Extremo Oeste baiano, a 872 quilômetros de Salvador. O povoamento da atual São Félix do Coribe iniciou-se no ano de 1901, com a chegada de Liberato de Araújo Castro com a sua esposa e filhos, e dos seus dois irmãos, Leônidas de Araújo Castro e Clemente de Araújo Castro, que fugiam de uma terrível seca que assolava a cidade de Livramento do Brumado. Eles se instalaram à margem direita do Rio Corrente, construindo ali as primeiras casas, algumas até de adobe de barro e outras de taipa. Mais tarde, este local foi denominado “Fazenda São Félix”, dando início às primeiras atividades agropecuárias.
Com a emancipação do distrito de Coribe, houve um equívoco quanto ao limite intermunicipal, ficando o povoado de São Félix no centro de uma disputa entre os municípios de Santa Maria da Vitória e Coribe. Nessa época, o povoado contava com uma praça e algumas ruas e era administrado, equivocadamente, pelo município de Coribe, que chegou até a calçar uma praça, construir um mercado e um prédio escolar. Atualmente, o município conta com uma população de aproximadamente 13 mil habitantes e limita-se com os municípios de Santa Maria da Vitória, Santana, Serra do Ramalho, Feira da Mata, Coribe e Jaborandi. Economicamente, o município baseia-se no agronegócio, na agropecuária e na agricultura irrigada, destacando-se na exportação de mamão.
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