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Legislativo já publicou mais de 100 obras

Publicado em: 27/05/2013 00:00
Editoria: Diário Oficial

Presidente Marcelo Nilo é um entusiasta da preservação da história e da cultura da Bahia
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Na gestão do deputado Marcelo Nilo foram publicados até agora 103 livros. Outros 13 estão sendo impressos na EGBa, como os perfis biográficos do compositor Assis Valente, escrito por J. Pimentel; do coreógrafo Sílvio Robatto, escrito por Simona Groper; do jornalista e editor chefe de A Tarde durante cinco décadas, Jorge Calmon, de autoria de Francis Juliano. E também do mestre capoeirista Bimba, da dupla Otto Freitas e Washington Souza Filho; do cineasta Rex Schindler, de Giovanne Giocondo; e do exibidor Antonio Pithon, responsável pelas principais salas de cinema de Salvador, escrito por Flávio Novaes. Todos da coleção “Gente da Bahia”.
Estão em fase final de produção também “Contos Reunidos” de Hélio Pólvora, em dois volumes, e a obra completa do poeta Afonso Manta, e uma trilogia de Wilson Lins, “Os Cabras do Coronel”, “Remanso da Valentia” e “Reduto” – da coleção Mestres da Literatura Baiana. E também o volume “Um Soldado na Corte de Napoleão”, do acadêmico Cláudio Veiga.

COLEÇÕES E OBRAS

Entre as obras já lançadas nos últimos seis anos se destacam livros como “Cascalho”, do acadêmico Herberto Salles que integrou a Academia Brasileira de Letras; “Tempos Temerários”, de Nestor Duarte e “A Bahia já foi Assim”, da folclorista Hildegardes Viana.
Além destes, o maior sucesso, pois já está sendo elaborada a sua quinta edição, a biografia de Ruy Barbosa, escrita pelo senador Luís Viana Filho. Destaque ainda para o clássico e livro de referência, “O Mundo Estranho dos Cangaceiros”, de Estácio de Lima, e outro clássico, “O Chefe Horácio Matos”, de Américo Chagas.
Algumas coleções também foram publicadas através de convênios com a Associação Comercial e o Museu Eugênio Teixeira Leal, respectivamente a “História do Comércio Baiano”, em seis volumes, e “Memória da Bahia”. Esse trabalho foi organizado pelo saudoso professor José Calazans e contém a transcrição de seminários proferidas por especialistas sobre a Bahia , naquela instituição entre 1985 e 1995, um total de 100 palestras divididas tematicamente em cinco volumes, três já impressos e outro em fase final de edição.
Da coleção “Gente da Bahia”, foram publicados livros sobre artistas populares como Gordurinha e Riachão; músicos como o pianista Carlos Lacerda e o maestro Lindemberg Cardoso; artistas plásticos como Carybé, Hansen Bahia, Calasans Neto e Juarez Paraíso; ou ainda cientistas como Juliano Moreira, Milton Santos e Aristides Maltez.
E também de personagens que a própria vida ou a profissão celebrizaram, inclusive a doce louca da rua Chile, A Mulher de Roxo, o Alfaiate Spinelli, o capoeirista Mestre Pastinha, o animador cultural Clarindo Silva, o abade dom Timóteo Amoroso, o cineasta Roberto Pires, o antropólogo Edison Carneiro, o radio-escuta Gabriel Saraiva, e ainda de políticos como o senador Nélson Carneiro e agora o deputado Chico Pinto.



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