Situada no Sul da Bahia, Canavieiras completa 122 anos de emancipação político-administrativa neste dia 25 de maio e a data foi destacada na Assembleia Legislativa pela deputada Ângela Sousa (PSD), cuja base política fica na região. “São 122 anos de um município promissor, rico em belezas naturais e que se destaca pelo sentimento acolhedor do seu povo”, afirmou.
Para Ângela, a Bahia tem muito a agradecer a Canavieiras. “Foi ali onde se iniciou a rica história da economia cacaueira, uma atividade que durante anos foi o principal sustentáculo do desenvolvimento baiano”, justificou.
Segundo ela, Canavieiras foi criada com território desmembrado de Ilhéus, tendo inicialmente a denominação de Imperial Vila de Canavieiras, por Resolução Provincial de 13 de dezembro de 1832. A sede, criada com o padroeiro de São Boaventura do Puxim de Canavieiras, por Alvará Régio, em 11 de abril de 1718, foi elevada à categoria de cidade por Ato Estadual, de 25 de maio de 1891. Estava criado o município de Canavieiras.
“Foi justamente nesse município que portugueses à procura de terras férteis, na primeira década do século XVIII, se instalaram em local denominado por Puxim. Expulsos pelos índios que ali se encontravam, estes portugueses migraram para a foz do Rio Pardo onde hoje se encontra a sede do município”, relatou Ângela no documento.
A deputada contou ainda que, em 1746, a história econômica de toda a Região Sul da Bahia começou a ser mudada em Canavieiras quando Antônio Dias Ribeiro plantou as primeiras sementes de cacau nas margens do Rio Pardo, na Fazenda Cubículo. Mas, acrescentou ele, com as diversas crises seguidas da cultura cacaueira, tendo como ápice dessas crises a vassoura-de-bruxa, o município passou a dar maior atenção ao turismo, em especial a partir da década de 1980.
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