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Ivana saúda três municípios do Sudoeste

Publicado em: 13/08/2013 00:00
Editoria: Diário Oficial

Deputada fez questão de se congratular com Itambé, Riacho de Santana e Guanambi
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Primeiro foi o município de Itambé que ontem, 12 de agosto, completou 86 anos de emancipação político-administrativa. Hoje, 13, quem festejou o aniversário foi Riacho de Santana: 135 anos. E, amanhã, dia 14, será a vez de Guanambi celebrar 94 anos de fundação. Além da proximidade das datas de emancipação e de estarem localizados no Sudoeste baiano, esses três municípios têm mais uma coisa em comum: todos foram destacados na Assembleia Legislativa da Bahia pela deputada Ivana Bastos (PSD).
Na moção de congratulações à população de Itambé, Ivana contou que o povoado surgiu entre 1860 e 1890 e inicialmente chamava-se Verruga. “Isso foi quando uma grande seca assolava o sertão baiano e muitas famílias se deslocaram para o litoral em busca de uma vida melhor. Duas dessas famílias – a Balbino e a Fonseca – foram as primeiras a se estabelecer nas terras onde atualmente é a sede do município”, observou ela, no documento.
De acordo com Ivana, essas famílias conseguiram, sem nenhum conflito, negociar a permanência na região com os índios pataxós e mongoiós, que defendiam suas terras bravamente. “Continuaram a caminhada depois da Serra do Marçal em direção ao litoral, até se estabelecerem definitivamente às margens do riacho Santa Maria, pois ali as terras eram férteis, o que depois atraiu outros colonos para o local”, acrescentou ela.
Ao parabenizar a população de Riacho de Santana, a parlamentar pediu a Nossa Senhora da Glória, padroeira do município, “que continue abençoando sempre aquele povo auspicioso e trabalhador”. E lembrou que, no mês de aniversário do município desmembrado de Jacobina, acontece a tradicional Festa de Agosto.
Localizada na Serra Geral do Sudoeste baiano, Riacho de Santana registrou no último censo uma população de cerca de 31 mil habitantes. A economia do município é baseada na agricultura, pecuária e mineração, além do comércio de bens e serviços. “A agricultura de subsistência ainda predomina, apesar de registrar grande produção de algodão, feijão e milho”.
Na terceira moção apresentada na Assembleia, Ivana Bastos contou que Guanambi começou a se desenvolver a partir do final da década de 70 e início de 80, com o plantio de algodão, numa estratégia do governo militar de implantar a monocultura em municípios brasileiros com potencial para produção agrícola. Mas, acrescentou ela, no final da década de 80 houve um ataque de pragas e fungos na região, mais especificamente do “bicudo”, que destruiu quase toda lavoura de algodão.
“Com isso, a economia regional foi diretamente atingida, reduzindo a capacidade produtiva, o nível de empregos e a renda da população”, observou. De acordo com Ivana, passados alguns anos Guanambi começou a se reerguer da crise. Alternativas econômicas foram criadas, com a diversificação das culturas plantadas e a inclusão da pecuária como componente da produção regional. “Com isso, o comércio aqueceu novamente, a esperança de dias melhores contagiou a população e, hoje, podemos afirmar que nosso município está recuperado economicamente”, concluiu Ivana.



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