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Euclides Fernandes destaca padroeiro de dois municípios

Publicado em: 19/08/2013 00:00
Editoria: Diário Oficial

Para celebrar o Dia de São Roque, pedetista apresentou moção no Poder Legislativo
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O Dia de São Roque (16 de agosto), santo padroeiro dos municípios de Presidente Tancredo Neves e Lafaiete Coutinho, foi lembrado na Assembleia Legislativa pelo deputado Euclides Fernandes (PDT). Em uma moção de congratulações às populações dos dois municípios, o parlamentar lembrou a história do santo que dedicou sua vida a cuidar de doentes e necessitados, pois à sua época a Itália sofreu com a epidemia da peste negra .
No documento, Euclides contou também as histórias dos municípios. Sobre Presidente Tancredo Neves, por exemplo, ele lembrou que até 1940 a localidade era conhecida como Tabuleiro de Liberina e cresceu em torno de uma barraca de palha,  à beira da estrada velha, que vendia alimentos e bebidas aos tropeiros que transitavam com seus animais carregados de mercadorias com destino às cidades de Valença, Nazaré e Aratuípe.    
“A estrada velha era assim conhecida por ser utilizada como ligação entre as propriedades rurais locais aos municípios vizinhos como Valença, Aratuípe e Nazaré antes da construção da BR-101”, acrescentou o deputado na moção. “O local cresceu e passou a ser conhecido como Itabaína, um povoado que pertencia à cidade de Valença.  A emancipação do município, aconteceu em 24 de fevereiro de 1989. A partir daquela data São Roque passou a ser o padroeiro da cidade e dos seus quase 25 mil habitantes, em reconhecimento à história do santo”, acrescentou ele.   
Já a respeito de Lafaiete Coutinho, Euclides observou que o município foi criado com territórios do distrito de Três Morros e com parte de territórios dos distritos de Lajedo do Tabocal e de Maracás. “A cidade antes era conhecida como Baixa Alegre, devido ao caráter alegre e festeiro de seus moradores, sendo comum a profusão de festas como a do Reisado, a do padroeiro São Roque, as de São João e vários bailes, inclusive atraindo moradores das localidades vizinhas. E quando não mais tinham motivos para comemorar, os inventavam”, afirmou ele.



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