O presidente Marcelo Nilo compreende que compete à Assembleia atuar para preservar a história da Bahia e dos baianos, bem como fomentar a nossa cultura, sem deixar de lado as atribuições maiores fixadas pela Carta Estadual de fiscalizar e legislar. "Com desvelo e espírito público, cumprimos com o nosso dever e auscultamos a sociedade para identificar seus anseios ou reivindicações, bem como intermediar soluções para conflitos, reverberar os reclamos dos baianos", completou.
O programa editorial do Legislativo foi pensado como uma ação de marketing cultural, sendo convertido numa vigorosa arma de afirmação cultural. Figura como gênese desse trabalho o pioneiro convênio firmado com a Academia de Letras, antecedido pela publicação do livro "Pau de Colher, um pequeno Canudos", de Raimundo Estrela. O primeiro convênio foi assinado pelo então deputado Antonio Honorato e pelo saudoso professor Cláudio Veiga, renovado por seus sucessores Edivaldo Boaventura e Aramis Ribeiro Costa – e por todos os presidentes da Assembleia.
Modelo que se multiplicou, pois a Casa agora está associada à Universidade Federal da Bahia, à Associação Comercial da Bahia e à Universidade Estadual do Sudoeste. E mantém parcerias com a Fundação Casa de Jorge Amado, o Museu Eugênio Teixeira Leal e a Fundação Pedro Calmon, ampliando o âmbito do programa editorial.
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