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Comissão destaca luta em prol da agricultura

Publicado em: 18/12/2013 00:00
Editoria: Diário Oficial

Integrantes do colegiado comemoraram a chegada das chuvas na região oeste da Bahia
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A Comissão de Agricultura e Política Rural da Assembleia, presidida pelo deputado Luiz Augusto (PP), comemorou, ontem, a chegada das chuvas na região oeste do Estado, justamente no início do plantio da nova safra de algodão, soja, feijão, milho e outros produtos. O colegiado, que passou o ano quase todo preocupado com a longa estiagem que proporcionou prejuízos incalculáveis, principalmente ao pequeno produtor rural, agora vibra com a chegada das chuvas, justamente na região.
O vice-presidente do colegiado, deputado Herbert Barbosa (DEM), destacou a tranquilidade vivida pelos produtores rurais, no momento, pois, segundo ele, os mais antigos afirmam que a lavoura, para terminar bem, tem que nascer bem. O parlamentar democrata também citou o perigo das pragas, em especial para o algodão. "Temos certeza que a praga Helicoverpa armigera, que causou prejuízos de mais de um bilhão de reais nas lavouras da Bahia, pode se alastrar, a não ser que seja administrado o defensivo benzoato de emamectina, importado da Ásia. Foi uma luta muito grande para liberação desse defensivo pelo Ministério da Agricultura, já que esse produto era proibido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)", afirmou Herbert Barbosa.
 

DECRETO

 
O presidente Luiz Augusto destacou o decreto de emergência assinado pela presidente Dilma Rousseff, considerado decisivo para impedir que as lavouras de algodão, milho, soja e feijão sejam afetadas pela praga, mas lamentou agora a decisão dos bancos oficiais e privados ao estipular a quantia liberada para amenizar os prejuízos dos produtores rurais.
"A retração do crédito prejudica os agricultores durante a programação de recursos, pois acontece a mudança dos cálculos. Os bancos da rede privada, por sua vez, acompanham os bancos oficiais, diminuindo muito a oferta que era aguardada pelos produtores. Tranquilidade e entusiasmo total pelo decreto de emergência para aplicação do defensivo, mas apreensão pela retração dos créditos com a decisão dos bancos. Essa é a realidade do agricultor, que perdeu muito dinheiro com a evolução da praga", concluiu Luiz Augusto.



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