Boa música e descontração marcaram a já tradicional confraternização natalina da Assembleia Legislativa, que reuniu servidores, superintendentes e diretores no Salão Nobre da Casa. Apesar da ausência de parlamentares – inclusive do presidente Marcelo Nilo –, que não puderam comparecer devido à exaustiva sessão que começou na terça-feira e varou a madrugada até o início da manhã de quarta, o espaço ficou pequeno para a grande quantidade de pessoas reunidas para celebrar a chegada do Natal e a proximidade do Ano-Novo, ao som do Coral do Legislativo, sob a regência do maestro Cícero Alves. Em seguida, foi servido um café reforçado para todos os presentes.
O superintendente de Recursos Humanos, Gervásio Carvalho, agradeceu a presença dos funcionários da Casa, ressaltando que 2013 foi um ano positivo para o Legislativo baiano e que isso não seria possível sem o empenho e a qualidade dos servidores. Carvalho elogiou a performance do grupo musical, revelando que chegou a se emocionar com as duas canções africanas, entre as várias canções populares que foram apresentadas. "Está sendo realizado um ótimo trabalho, que merece nota 10", afirmou o superintendente.
CORAL
O maestro Cícero Alves, que estudou técnica vocal em Los Angeles, ministra aulas e rege corais há 20 anos. Ele está à frente do Coral Legislativo há um ano e meio e explica que um coral amador leva tempo para alcançar um certo grau de amadurecimento. Segundo Alves, o resultado alcançado com o grupo da Assembleia Legislativa é excepcional. "O que mais emociona é saber que a cada apresentação estamos melhorando; o grupo está comprometido em melhorar cada vez mais", contou o maestro.
Alves assinalou que o grupo, que hoje conta com 26 pessoas, ensaia uma vez por semana, durante duas horas, mas os alunos recebem as músicas (áudio e partitura) com antecedência para que os cantores possam estudar a música que será ensaiada durante a semana. "Agradeço à presidência da Casa e à Escola do Legislativo pelo apoio que sempre tivemos e convido os trabalhadores da Casa a se juntarem a nós. O coral está aberto para todos", disse o maestro.
Georginéia Rezende, funcionária do Cerimonial da AL, falou em nome dos coristas, elogiando a presidência da Casa pela criação e manutenção do Coral e fez um agradecimento especial ao maestro Cícero, entregando a ele um buquê de flores. Néia, como é carinhosamente conhecida na Casa, disse que desde criança gostava de cantar e logo cedo entrou para o coral da igreja da sua cidade. Ela conta que desde a primeira vez que viu o Coral do Legislativo se apresentando no plenário ficou encantada e decidiu participar.
A soprano, que é uma das coristas mais ativas do grupo, diz que o prazer de cantar é indescritível e recomenda que mais pessoas participem. "Cada pessoa quando canta tem um timbre e potência particular. A harmonização dessas vozes praticada nos ensaios é que torna a música que cantam os agradável e coesa; é um processo encantador", completou.
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