Ao apresentar uma moção de congratulações pelo centenário da Igreja Adventista do Sétimo Dia na Bahia, o deputado Márcio Marinho, líder do PL, enfatizou que o trabalho desenvolvida por ela no estado não se limita ao cunho espiritual. "A Igreja atua na formação da cidadania, construindo escolas e traçando planos para que a população baiana tenha acesso a uma educação de qualidade", avaliou ele no documento que tramita na Assembléia Legislativa.
O autor da moção contou que a Igreja Adventista do Sétimo Dia é herdeira do Movimento Milerita de 1840 e ganhou esse nome em 1860. Foi organizada em 21 de maio de 1863, quando o movimento era composto de 125 igrejas e 3,5 mil membros, com um trabalho evangélico que se concentrava mais na América do Norte. A denominação faz alusão direta a duas crenças principais, baseadas na Bíblia Sagrada: a segunda volta de Jesus Cristo e a guarda do sábado como dia de repouso.
"A expansão da Igreja Adventista continuou rumo à Suíça, em 1874, e nos anos subsequentes, África, Egito e Rússia, o primeiro país não protestante a ser atingido em 1889, com a chegada de um ministro", observou Márcio Marinho. Na Bahia, continuou o parlamentar, os adventistas começaram sua história exatamente no ano de 1905, na cidade de Santo Antônio de Jesus. "O lugarejo simples é cenário de uma nova etapa da expansão cristã, que seguirá pelos anos seguintes em Santa Anna dos Brejos, Ilhéus e Itabuna, culminando com a fundação da Igreja Adventista de Itapagipe, na Cidade Baixa, no ano de 1926", relatou.
Hoje, a Igreja Adventista possui três sedes em Salvador, Itabuna e Feira de Santana; 103 distritos, com 103 pastores, 1.121 igrejas, 27 escolas, uma universidade e mais de 150 mil membros. "Todo esse trabalho desenvolvido ao longo do século aponta para a mais clara das verdades. A fé e a perseverança em Jesus Cristo representam o Norte certo daqueles que buscam a vitória e grandes e duradouras conquistas. Todo o povo de Deus se alegra nesta data por saber que nossos irmãos em Cristo comemoram realizações que honram e dignificam a Palavra de Deus", concluiu ele.
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