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Waldenor lamenta a morte do bispo dom Hélio Pascoal

Publicado em: 09/12/2005 13:57
Editoria: Diário Oficial

Petista ressalta a obra social do religioso na Diocese de Livramento de Nossa Senhora
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O falecimento do bispo dom Hélio Pascoal, ocorrido no dia 22 de novembro, em Campinas, São Paulo, deixou consternado o deputado Waldenor Pereira (PT). Para expressar seus sentimentos, o parlamentar apresentou uma moção de pesar na Assembléia Legislativa.

"Dom Hélio nasceu em Vargem Grande do Sul (SP), em 26 de abril de 1927. Logo após o seu nascimento, seus pais fixaram residência no distrito de Lagoa Branca, no município também paulista de Casa Branca, onde cursou o primário, tendo a família se transferido para a sede, onde estudou o curso elementar e preparação para o curso ginasial", informa o autor da moção.

Waldenor Pereira assinala que no final do ano de 1938, "acolhendo o chamado de Deus", ingressou no Seminário Menor dos Padres Estigmatinos, em Rio Claro. Em 1943, transferiu-se para Ribeirão Preto, onde residiu até o noviciado. De 1945 a 1947, já professor, prossegue o deputado,  o religioso concluiu no Instituto Missionário Estigmatino o curso liceal e filosófico, tendo cursado no mesmo instituto o curso de Teologia e se ordenado sacerdote em 15 de agosto de 1951.

No ano seguinte, Hélio Pascoal ingressou na Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, da Arquidiocese de São Paulo, obtendo a licenciatura em fins de 1953. "Neste mesmo ano, retornou a Ribeirão Preto para compor a comunidade do seminário como prefeito dos estudos, lecionando diversas disciplinas no curso de Teologia. Eleito reitor do seminário em 1961 dirigiu este instituto por quatro anos", relatou.

Waldenor informa ainda que em 1965 o religioso foi escolhido vigário da Paróquia de Santa Cruz em Brasília, mas sua permanência foi curta. Em fevereiro do ano seguinte foi transferido para a Paróquia do Divino Espírito Santo, na cidade de Barretos. "No dia 29 de março recebeu a comunicação oficial do papa Paulo VI para assumir como o primeiro bispo diocesano da recém-criada Diocese de Livramento de Nossa Senhora, na Bahia. Sua posse se realizou no dia 23 de julho de 1967".

Durante 37 anos serviu à comunidade, com uma "obra social inigualável, pautada na preferência pelos mais pobres e por uma igreja comprometida com os valores da ética e da justiça social. Por isso, a comunidade está de luto por causa desta perda", lamentou.



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