A maioria das falas da sessão plenária desta segunda-feira (11) convergiu para a passagem do Dia Internacional da Mulher, comemorado na última sexta, 8 de março. O deputado Marcelino Galo (PT) registrou a conquista feminina na Argentina, onde o governo regulamentou a lei de paridade de gênero para o Congresso, elevando de 30% para 50% a cota destinada às mulheres no Parlamento.
A deputada Olívia Santana (PC do B) mencionou o ato realizado em Salvador por ocasião da data e pontuou a defesa da garantia de direitos para as mulheres, de espaço nos poderes e da cota de 30% nas eleições. “Foi uma conquista importante que fortaleceu a luta das mulheres e que, portanto, não pode ser erradicada, não pode ser destruída”, disse.
O deputado Jacó (PT) também destacou a caminhada das mulheres na capital baiana, e aproveitou para parabenizar a iniciativa do colega Hilton Coelho (Psol), proponente de sessão especial na Casa, na manhã desta quinta-feira (14), lembrando um ano do assassinato da vereadora Marielle Franco, do Psol do Rio de Janeiro.
O deputado Alan Sanches (DEM) reiterou que é a favor da participação cada vez mais efetiva das mulheres na política, mas defendeu maior transparência e equilíbrio na distribuição dos recursos do fundo partidário. “Quantos deputados aqui receberam recursos do partido? Nenhum. Isso tem que ser discutido”, questionou o democrata.
Já o deputado Robinson Almeida (PT) registrou que apresentou à ALBA uma indicação para que o Congresso Nacional aumente o percentual da cota de mulheres nas coligações de 30% para 50%. “É por uma questão de justiça, as mulheres são mais de 50% da população brasileira e ocupam apenas 15% dos espaços de representação”, justificou o petista.
O líder da oposição, Targino Machado (DEM), ao cumprimentar as mulheres pela passagem do seu dia, mostrou-se preocupado com a onda de feminicídio no Brasil: “Quando leio e ouço os números – mais de 500 mulheres são agredidas a cada hora no Brasil – isso é algo que não parece crível”.
Por sua vez, o deputado Alex Lima (PSB) fez um discurso propondo à Assembleia Legislativa da Bahia que seja enviado um documento público ao presidente da República, Jair Bolsonaro, solicitando uma audiência para tratar da Ford na Bahia.
Por fim, o deputado Pastor Tom (PSL) falou como novo integrante do Partido Social Liberal, relatando sua participação em audiência, em Brasília, com o secretário nacional de Esportes do Ministério da Cidadania, general Marco Aurélio Vieira, ao lado do secretário de Trabalho, Esportes e Lazer de Salvador, Alberto Pimentel, e da deputada federal Dayane Pimentel, ambos do PSL.
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