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Galo lamenta falecimento de Luiz Carlos Pinheiro

Publicado em: 17/07/2020 20:25
Editoria: Notícia

O deputado Marcelino Galo Lula, líder da bancada do PT na Assembleia Legislativa, lamentou o falecimento do engenheiro agrônomo e professor, Luiz Carlos Pinheiro Machado, popularmente conhecido como Pinheirão. Por meio de uma moção de pesar, o petista destacou as contribuições do pesquisador no campo da agroecologia que contemplaram não apenas o Brasil, como outros países.


“Ao todo, realizou 223 projetos de desenvolvimentos sustentável de produção animal, abrangendo mais de 100 mil hectares no Brasil, Chile, Argentina, Uruguai, Colômbia, Paraguai, Venezuela e Cuba. Foi ainda consultor internacional em agropecuária sustentável e participou da formação de profissionais para a produção agrícola limpa”, contou.

Ainda segundo Marcelino Galo, era junto aos movimentos populares do campo que Pinheirão entendia estar o avanço decisivo da agroecologia. “Entendeu sempre a agroecologia numa perspectiva da luta de classes e correu territórios camponeses de todo o país contribuindo na construção de inúmeras inovações”, afirmou.

Conforme elencou o parlamentar, os principais avanços dos sistemas de produção de leite a pasto - que hoje garantem a produção de alimentos saudáveis em milhares de famílias camponesas - são parte do legado deixado por Pinheirão.

Luiz Carlos Pinheiro Machado faleceu no dia 2 de julho, às vésperas do dia em que completaria 92 anos. Ele era doutor em Agronomia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e professor catedrático aposentado de Zootecnia Especial da mesma instituição, professor titular aposentado de Produção Animal da UFSC, professor titular da Universidade Católica Argentina, professor convidado da Universidade de Buenos Aires e professor participante do curso de Agroecossistemas da UFSC.

“O professor Luiz Carlos Pinheiro Machado foi um dos maiores defensores da agroecologia. Ele dedicou décadas de sua vida à defesa de uma agricultura contra hegemônica, com fundamentais contribuições em várias universidades brasileiras e latino-americanas”, enfatizou.




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