A deputada Talita Oliveira (PSL) apresentou, na Assembleia Legislativa, moção manifestando preocupação com a inclusão do filme intitulado ‘Lindinha’ ao acervo da Netflix.
A parlamentar explica que a obra franco-senegalesa, dirigida por Maïmouna Doucouré, “flagrantemente hiperssexualiza a atuação de crianças por meio de danças erotizadas, que reproduzem condutas sexuais”.
A sinopse do filme informa que a trama gira em torno de Amy, uma garota de 11 anos, que começa a se rebelar contra as tradições conservadoras de sua família quando fica fascinada por uma turma de dança de espírito livre.
Para a deputada, o que se vê na obra “é um claro estímulo à hiperssexualização infantil, em cenas tais como uma em que uma dançarina (maior de idade) mostra o seio em um clipe que as meninas de 11 anos assistem no celular”.
Em sua moção, ao tecer sua crítica ao filme, Talita Oliveira defende maior respeito às crianças e aos valores que norteiam a sociedade brasileira.
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