Um Dia do Samba diferente. Mesmo com as limitações impostas pela pandemia, a data alusiva ao gênero tipicamente nacional foi lembrada na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). O deputado estadual Jacó (PT) dedicou ao 2 de dezembro uma moção de aplausos e solicitou a sua inserção na ata dos trabalhos da Casa. Comemorar o Dia do Samba, justificou o parlamentar, “é reafirmar a luta e a resistência de um povo que não abre mão de suas raízes”.
Na iniciativa, Jacó ressaltou as origens periféricas do samba na Bahia e no Rio de Janeiro, em finais do século XIX, até se tornar fenômeno de massas, ganhar as quadras de escolas de samba e rodas de pagode. Aproveitou para saudar duas importantes referências locais, as Ganhadeiras de Itapuã (tema da Viradouro, campeã do Carnaval carioca 2020) e o mestre Riachão, morto no começo deste ano.
Jacó é autor do projeto de resolução que concedeu, em 2019, a Comenda 2 de Julho, maior honraria da ALBA, ao cantor, compositor e sambista baiano Nelson Rufino.
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