O avanço da pandemia da Covid-19 exigiu ação rápida do corpo técnico da Assembleia Legislativa, a partir da percepção do presidente Nelson Leal sobre a necessidade de suspender o funcionamento – físico –, ampliando as medidas de restrição do acesso de servidores e do público externo. Não havia expertise anterior sobre funcionamento virtual do plenário, computação de votos, abertura de canais para todos se pronunciarem, protocolo e outros detalhes inerentes e indispensáveis às votações virtuais.
A tecnologia para tanto foi fornecida pela Assembleia Legislativa do Ceará, após articulação do superintendente de Recursos Humanos da ALBA, Francisco Raposo. A Assembleia Legislativa cearense foi pioneira na utilização dos mecanismos tecnológicos proporcionados pela internet para continuar trabalhando, sem expor parlamentares ou funcionários aos riscos da Covid-19. A Bahia foi o segundo estado a empregar essa ferramenta.
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