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Tom Araújo saúda Gavião e Capela do Alto Alegre

Publicado em: 19/03/2021 07:10
Editoria: Notícia

Nesta sexta-feira (19), as cidades baianas de Gavião e Capela do Alto Alegre comemoram 36 anos de emancipação política e administrativa. Para marcar a passagem da data especial de ambos os municípios, o deputado Tom Araújo (DEM) apresentou à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa (ALBA) moções de congratulações dirigidas ao povo das referidas cidades.
O democrata enalteceu a garra da população de Gavião, que considera uma cidade acolhedora e de gente determinada que não se cansa de lutar para alcançar dias cada vez mais prósperos. “Certamente, é com alegria que me junto a toda população, nesta data comemorativa, para homenagear essa terra. Ainda que estejamos enfrentando dias difíceis, de combate a uma pandemia que assola a humanidade, não poderia deixar de parabenizar o povo gavionense pela passagem do aniversário de emancipação política e administrativa do município”, destacou.
O parlamentar narra que o início do povoamento do município, atualmente com mais de 4.500 habitantes, se deu em 1812 em terras pertencentes a Riachão do Jacuípe, na Fazenda Gavião, nome dado ao local por José Inácio. “Tem-se que este rico viajante, juntamente com sua filha, em viagem com destino a Feira de Santana, acampou no local para tratar a menina que havia adoecido durante o percurso. Contudo, dado à lenta recuperação da filha, decidiu construir ali uma moradia, próximo ao rio Jacuípe. O fato de estar às margens de um rio de águas límpidas e uma mata repleta de animais silvestres, bem como a presença de gaviões que ao final do dia se aninhavam nas árvores para dormir, levou José Inácio a denominar o local de Fazenda Gavião”, descreveu o deputado em sua moção. Com o crescimento do local, a emancipação política e administrativa somente foi conquistada através da Lei Estadual nº 4410, de 19 de março de 1985.
Ao se dirigir aos munícipes de Capela do Alto Alegre, que possui o carinhoso apelido de “Cidade da Gente”, Tom Araújo afirma que a cidade é detentora de um povo empreendedor e que conserva muito de suas tradições e cultura. “Nesse contexto, no que tange ao campo material, dentre outros, é possível citar: a igreja matriz e demais templos religiosos, o parque de vaquejada e o artesanato. Já no campo imaterial: as manifestações culturais como o boi roubado, o rei de moça, o samba de roda, além da festa do seu padroeiro Santo Antônio, a procissão, e ainda as músicas e tradições evangélicas, todos exemplos da diversidade cultural existente no município”, listou o parlamentar.
Capela de Alto alegre, como descreve o democrata, está situada em uma região de clima semiárido e possui uma população estimada de 11.637 habitantes. Ao contar a história da formação da localidade, Tom Araújo explica que foi em terras pertencentes ao município de Riachão do Jacuípe, em uma fazenda denominada de “Fazenda Desabafo”, que o município teve os seus primeiros passos. “A fundação da cidade se deu, de fato, no ano de 1912, quando o padre Manoel Maria celebrou a primeira missa em uma capela improvisada, numa área elevada na mesma região onde ficava a fazenda. A partir de então o povoamento teve maior impulso em seu crescimento, e nesse contexto, foi de grande importância na história de Capela a participação do senhor Joaquim Machado, sua esposa Rosalina Gomes e seu filho Cornélio Rodrigues dos Santos”, relatou o deputado, frisando que, com o acentuado crescimento do povoamento, o anseio pela independência só foi concretizado pela Lei nº 4.409, de 19 de março de 1985, que finalmente deu ao distrito a emancipação político-administrativa.


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