O aniversário de emancipação política da cidade de Rio do Pires, nesta quarta-feira (17), foi motivo de aplausos do deputado Luciano Simões Filho (DEM), que apresentou moção de congratulações ao município na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA).
No documento, o parlamentar elencou características do lugar. Ele lembra que, a primeira família a se instalar nas terras do município foi a família Pires, de origem portuguesa, que se fixou neste território no século XVIII e ali criou a Fazenda Pires, cujo nome foi dado ao curso d'água que passa próximo a fazenda, o Rio do Pires.
Luciano destacou que nas primeiras décadas do século XX, pessoas vindas de outros municípios do Centro-Sul e da Chapada Diamantina se fixam no território de Rio do Pires, atraídas pela expansão da lavoura e da pecuária. Surge, nesta época, na Fazenda Pires, o povoado de Rio do Pires (hoje sede do município de mesmo nome), cujo nome se deve à fazenda no qual surgiu e ao rio que passa próximo ao mesmo.
Em 1927, iniciou-se a feira livre e construiu-se a capela de Senhor do Bonfim. Simões continuou destacando que entre 1890 e 1961, o território riopirense pertenceu à Industrial Vila de Água Quente (a partir de 1909, o município de Paramirim). Em 1909, criou-se o distrito paramirinhense de Santa Maria do Ouro, que, em 1938, teve seu topônimo alterado para Ibiajara Graças ao crescimento do povoado de Rio do Pires, em 1953, a Lei Estadual n.º 628 cria o distrito paramirinhense de mesmo nome, com terras pertencentes ao distrito de Ibiajara.
“Foi em 17 de novembro de 1961, sancionada a Lei Estadual n.º 628, que desmembrou do município de Paramirim, os distritos de Ibiajara e Rio do Pires, formando o novo território de Rio do Pires, o qual foi instalado em 7 de abril de 1963, com a posse da primeira legislatura da Câmara Municipal e do primeiro prefeito, Clemente Pereira da Silva”, finalizou Luciano Simões Filho.
REDES SOCIAIS