Um projeto de resolução, de autoria do deputado José de Arimateia (Republicanos), apresentado na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), prevê a entrega da Comenda Dois de Julho à missionária Rogéria Santos. De acordo com o parlamentar, motivo da homenagem são as contribuições de Rogéria à Bahia.
“Ao longo de sua trajetória, canalizou seu trabalho e esforço para as famílias carentes. Dedica-se ao trabalho voluntário e humanitário nas unidades prisionais do estado da Bahia. Rogéria é idealizadora e coordenadora de um projeto voltado à assistência a mulheres e à população de Salvador, fortalecendo o verdadeiro conceito de cidadania por três anos consecutivos”, argumentou.
Rogéria Santos tem 55 anos é natural de São João de Meriti, município da Baixada Fluminense no Rio de Janeiro, onde nasceu em 19 de agosto de 1966. É advogada, radialista, apresentadora, mestre em Direito, Governança e Políticas Públicas, pós-graduada em Administração Pública e Gestão de Cidades e pós graduanda em Política de Assistência Social. Foi vereadora de Salvador pelo Republicanos, sendo eleita com 12.303 votos para a 18ª Legislatura (2017-2020). E recentemente foi consagrada a primeira missionária da Igreja Universal na Bahia.
Em fevereiro de 2019 assumiu a Secretaria de Políticas para Mulheres, Infância e Juventude (SPMJ), na gestão do prefeito ACM Neto, onde esteve como secretária até dezembro de 2020. Implantando importantes programas e iniciativas como o Marias na Construção e o Beleza Pura, além de ter inaugurado o novo Centro de Referência Especializado de Atendimento à Mulher Arlette Magalhães (CREAM), em Cajazeiras.
Na cidade do Rio de Janeiro, coordenou o Projeto Ler e Escrever – trabalho de combate ao analfabetismo de jovens e adultos em todo o Brasil. Residiu em Moçambique durante 5 anos, onde atuou como ativista humanitária e missionária, militante em frentes de auxílio e assistência às mulheres e crianças vítimas de guerra. Viveu por 9 anos em Angola e liderou práticas de combate à pobreza e à fome.
“O interesse de Rogéria Santos pela política surgiu da inquietação ante à problemática que envolve e permeia a vida do povo soteropolitano. Nasceu, assim, o desejo de fazer algo a mais e não se acomodar com o estado real da sociedade. O seu ideal político passa pela união entre as necessidades vitais, estabelecidos pela Constituição, e o fazer uma política de resultados que beneficiem a coletividade”, concluiu.
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