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Bira destaca a passagem do aniversário de 60 anos de Jitaúna

Publicado em: 22/12/2021 20:30
Editoria: Notícia

A passagem do aniversário da cidade de Jitaúna, nesta quarta-feira (22), foi destacada na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) pelo deputado Bira Corôa Lula (PT). “É com imenso prazer que parabenizo toda população do município de Jitaúna, que hoje comemora seus 60 anos de Emancipação Política. Esta Casa se regozija em manifestar os mais sinceros votos de sucesso a toda população jitaunense: Parabéns!”, escreveu o deputado na moção de congratulações apresentada na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA).


No documento, ele contou um pouco da origem do município localizado a 383 km de Salvador. “Sua história se inicia em uma cabana de palha, construída para hospedar os tropeiros que exploravam a região, afirmou Bira, citando colonizadores que saíram de Jequié em direção ao Sul à procura de um ponto para negócios e compra de cacau, achando nesta região intermediaria entre a zona da mata e o semiárido baiano, uma excelente oportunidade.



Segundo o legislador, naquela época os tropeiros carregavam latas de querosene em animais e, com o abalo das caminhadas, essas latas furavam e derramavam gás pelo meio da estrada, deixando assim um cheiro desagradável. “Por causa deste fato, começaram a chamar o lugarejo de Mija-Gás”, contou.



Em 1914, teve início a construção de uma capela (a primeira igreja católica). Ao fim da construção, o Dr. Antônio Amaral entrou em contato com o arcebispo de Salvador para organizar uma santa missa a ser ministrada por um vigário de Jequié.



Com passar do tempo, o progresso foi aumentando e, em 1918, o lugarejo recebeu a designação de Esplanada, considerando que toda região povoada era plana. Em 1920, Esplanada já possuía três avenidas e uma praça.



Em 1926, ocorreu inicialmente a mudança do nome Esplanada para Itaúna, com o significado derivado da língua tupi: “ita” (pedra) e “una” (água). Por existirem duas cidades com o mesmo nome (Itaúna, no estado de Minas Gerais, e Esplanada, no mesmo estado da Bahia), o professor Teodorico Sampaio, em Salvador, resolveu mudar para Jitaúna, “jita” (abelha) e “una” (preta).



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