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Adolfo Menezes elogiou trajetória do novo presidente do Tribunal de Contas

Publicado em: 05/01/2022 19:33
Editoria: Notícia

Representando a ALBA, parlamentar manifestou a certeza de que o TCE ?exercerá suas funções de controle externo com a objetividade, efetividade e isenção de sempre?
Foto: VannerCasaes/AgênciaALBA
O conselheiro Marcus Presidio assumiu a presidência do Tribunal de Contas do Estado nesta quarta-feira (5), às 15h55, em concorrida solenidade em que também foram empossados nos cargos de vice-presidente e corregedor, respectivamente, os conselheiros Antonio Honorato e Gildásio Penedo Filho. Houve a estrita observância de regras de distanciamento social que reduziram à metade a capacidade do plenário. O presidente Adolfo Menezes representou a Assembleia Legislativa no ato de posse.



Depois de congratular-se com os integrantes da nova Mesa Diretora do TCE, Adolfo manifestou a certeza de que o Tribunal exercerá suas funções de controle externo com a objetividade, efetividade e isenção de sempre, “zelando para que cada centavo dos recursos orçamentários da Bahia seja bem empregado”, além de continuar com a postura propositiva que orienta gestores e acompanhar de forma permanente as contas governamentais no biênio que se inicia.


Acrescentou que era motivo de orgulho para todos que conviveram com Marcus Presídio, um colaborador correto e diligente, na Assembleia, a sua carreira exitosa também no TCE. Ele parabenizou o novo presidente, louvando o trabalho realizado no Parlamento, onde ocupou por 18 anos e seis presidências a Superintendência de Administração e Finanças, o cargo mais elevado da estrutura da Casa, credenciando-se para assumir as responsabilidades de integrante do TCE.



A posse consistiu do juramento: “Prometo no exercício da presidência cumprir e defender as Constituições Federal e da Bahia, promover o bem comum e observar as leis e deveres da função, promovendo o bem público e a justiça”. Declarado empossado na presidência, ele assumiu o comando dos trabalhos e repetiu o procedimento com relação a seus companheiros de Mesa, empossando-os. Emocionado, fez um breve pronunciamento lembrando o falecimento de seu pai, Fernando Presídio, no acidente que matou o candidato a governador Clériston Andrade e toda a sua comitiva em outubro de 1982 – quando ele tinha 14 anos. Marcus lembrou a importância do papel de sua mãe, dona Suzana, também falecida, para criar, educar e manter a família unida.



Lembrou ainda o apoio recebido do então presidente da Assembleia Legislativa, amigo da família, Luís Eduardo Magalhães que o contratou em 1993, a quem homenageou citando a sua viúva, dona Michele, e seu filho, Luís Eduardo, presentes à posse. Ele agradeceu o suporte da família, citou as três filhas e a ex-seposa, agradecendo também ao agora seu vice-presidente, Antonio Honorato, “um homem probo e honrado”, que o nomeou para esse cargo, quando presidia a ALBA, e ao agora deputado federal Marcelo Nilo com quem trabalhou durante 10 anos, “merecendo a sua confiança para chegar ao TCE”.



SOLENIDADE



A sessão começou com a execução dos hinos Nacional Brasileiro e da Bahia, entoados pelo cantor Carlos Lima e o pianista Josué da Paz. O presidente dos trabalhos, conselheiro Gildásio Penedo, assintomático, porém positivado para Covid-19, empossou Marcus Presídio na Presidência de forma virtual. No sintético discurso de despedida, utilizou seis vezes a palavra “gratidão” e realizou um rápido balanço da sua gestão, especialmente do último “difícil biênio” – marcado pela pandemia e a tragédia das chuvas. Ele se solidarizou com as vítimas dos flagelos, revelando que a insegurança, o receio, não tolheram o trabalho do TCE, um dos primeiros a fazer sessões virtuais no Brasil.



Compuseram a Mesa de Honra dos trabalhos, além dos conselheiros empossados, o vice-governador João Leão, que representou o governador Rui Costa; o ministro da Cidadania, João Roma; os presidentes da Assembleia, Adolfo Menezes, e da Câmara, vereador Geraldo Júnior; o prefeito de Salvador, Bruno Reis; o vice-presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Carlos Alberto Santos Araújo; o procurador Geral do Estado, Paulo Moreno; a procuradora-Geral de Justiça, Norma Angélica Cavalcanti; o comandante da PM, coronel Paulo Coutinho; o presidente do TCM, Plínio Carneiro, e o presidente eleito da Associação dos Tribunais de Contas, Cezar Miola, do Rio Grande do Sul. Deputados federais, estaduais, secretários do Estado e de Salvador, conselheiros do TCM, funcionários, diretores de órgãos públicos e outras autoridades compareceram ao ato de posse.




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