Quinta-feira , 30 de Junho de 2022

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Pedro Tavares parabeniza Aratuípe, Barra e Caturama

Publicado em: 21/06/2022 19:00
Editoria: Notícia

Deputado Pedro Tavares (UB)
Foto: AscomALBA/AgênciaALBA
O deputado Pedro Tavares (UB) apresentou três moções de congratulações na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) parabenizando as populações dos municípios de Aratuípe, Barra e Caturama pelos aniversários de emancipação política e administrativa.

Com 131 anos completados no dia 9, Aratuípe teve, segundo Tavares, sua região primitivamente habitada pelos Índios Aimorés. O parlamentar explicou que, no século XVI, deu-se a primeira penetração no território, atribuída por historiadores a Paulo Argolo de Menezes, portador de carta de sesmaria, concedida pelo Governo de Portugal.

“Paulo Argolo fundou o aldeamento Santo Antônio, destinado à catequese de indígenas. Mais tarde, pela Resolução Provincial nº 132, de 2 de junho de 1840, criou-se a freguesia de Santana da Aldeia. O distrito foi criado com a denominação de Santana de Aratuípe, pela lei provincial nº 132, de 2 de junho de 1840, e elevado à categoria de vila com a denominação de Aratuípe pelo ato de 7 de fevereiro de 1890, sendo desmembrada dos municípios de Nazaré e Santo Antônio de Jesus. Aratuípe foi elevado à categoria de cidade com essa denominação pelo ato de 9 de junho de 1891”, informou, acrescentando que o município é constituído de dois distritos, Aratuípe e Maragopinho, sendo o primeiro o distrito-sede. Quanto ao nome da cidade, o deputado explicou que o topônimo, de origem tupi, significa “rio dos aratus” (pequenos crustáceos de cor vermelha).

A respeito de Barra, Pedro Tavares ressaltou que a cidade completou 149 anos no dia 16, tendo sua história iniciada por volta de 1670, quando um curral da Casa da Torre, de Dias d’Ávila, foi implantado nas barrancas do Rio Grande, exatamente onde suas águas se juntam às do rio São Francisco. “Surge aí a Fazenda da Barra do Rio Grande do Sul”, contou o legislador.

“Junto aos sertanistas, vieram os padres para catequizar os índios dessas terras. Construiu-se então uma capela. A capela de São Francisco das Chagas, da Barra do

Rio Grande do Sul. A fazenda cresceu e virou arraial. Em 1698, o arraial passou a povoação. Isso, por determinação de Dom José I, rei de Portugal. A Carta Régia foi assinada pelo então governador-geral do Brasil, Dom João de Lancastro. Depois disso, o local ficou oficialmente conhecido como Povoação de São Francisco das Chagas, da Barra do Rio Grande do Sul”, relatou o parlamentar.

De acordo com ele, a povoação cresceu e, em 1752, transformou-se na vila de São Francisco das Chagas, da Barra do Rio Grande do Sul, porém o novo status só foi efetivado no ano seguinte, em 1753. Por mais de 70 anos, a vila de São Francisco das Chagas, da Barra do Rio Grande do Sul, esteve subordinada a Pernambuco e depois a Minas Gerais. Só em 1827, depois que o Brasil se tornou independente de Portugal, Dom Pedro I, Imperador do Brasil, incorporou à Província da Bahia a Comarca do Rio São Francisco com sede na Vila da Barra.

A Vila da Barra foi promovida à cidade em 16 de junho de 1873, como Cidade Florescente da Barra do Rio Grande. No mesmo ano, reduziu-se a denominação e passou a ser chamada Barra do Rio Grande. Em 1931, ficou apenas Barra.

No documento relativo a Caturama, com 33 anos de emancipação completados no dia 13, Tavares destacou que a cidade do sudoeste baiano, às margens do Rio Paramirim, conta com aproximadamente 10 mil habitantes e preserva tradições como festejar em janeiro a festa do Padroeiro Forte São Sebastião. A festa se inicia com a alvorada festiva no dia 11 de janeiro e se estende até o dia 20. “Os conterrâneos que residem em outras cidades aproveitam tal data para rever amigos, parentes e conhecidos. Evento este que também é conhecido pela população local, pelo nome de Janeirão”, acrescentou o deputado.

A palavra Caturama, segundo ele, tem sua origem nas palavras do tupi catu (boa) e rama (sorte). Em 1911, devido a Lei Provincial nº 1788, a comunidade de São Sebastião se tornou distrito, primeiramente como parte do município de Macaúbas, pois era o mais próximo e maior à época. No dia 22 de março de 1962, passou a fazer parte do município de Botuporã, quando foi criado. Em 13 de junho de 1989, por meio do voto popular, conclui-se que o distrito se tornaria mais um município da Bahia, separando-se de Botuporã em 1º de janeiro de 1990.



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