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Sidelvan reforça importância das vacinas em recém-nascidos

Publicado em: 21/08/2012 00:00
Editoria: Diário Oficial

Nóbrega disse que objetivo do projeto é proteger contra doenças como a tuberculose e a hepatite B
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Após o anúncio da Campanha de Multivacinação Nacional, que visa a reduzir o risco de transmissão de doenças que podem ser prevenidas pela vacinação entre crianças menores de cinco anos, o deputado Sidelvan Nóbrega (PRB) voltou a reforçar a importância da aplicação das vacinas contra tuberculose e hepatite B em recém-nascidos, nas maternidades e hospitais da Bahia.
O objeto é matéria do Projeto de Lei 19.456/2011, de autoria do parlamentar, que tende a ampliar as ações do governo do estado na adoção de medidas de proteção aos recém-nascidos contra doenças graves.
"A vacinação é a melhor forma de prevenção. Assim, o projeto visa a prevenir e proteger os recém-nascidos contra doenças tão perigosas como a tuberculose e a hepatite B", justificou Sidelvan.
Considerada um problema de saúde pública, a tuberculose é uma doença infecto-contagiosa que afeta os pulmões, podendo atingir outros órgãos do corpo humano, como ossos, rins e as membranas que envolvem o cérebro, levando o indivíduo à morte. Segundo dados da Secretaria de Vigilância Sanitária (SVS), por ano, 1, 7 milhão de pessoas no mundo morrem vítimas da tuberculose.
Já a hepatite B é uma doença provocada por um vírus que ataca o fígado. Classificada em cinco tipos: A, B, C, D e E, o tipo B é o mais grave. Em recém-nascidos, o contágio se dá por meio do parto ou por transfusão de sangue contaminado. Em 90% dos casos, os recém-nascidos contaminados tornam-se portadores crônicos, desenvolvendo câncer hepático e cirrose. O tratamento contra a hepatite B é feito à base de medicamentos específicos, mas, da mesma forma que a tuberculose, pode ser evitada através da vacina, que garante 95 % de eficácia contra a doença.
Como as vacinas fazem parte do Calendário Básico de Vacinação, a iniciativa do deputado atende à recomendação do Ministério da Saúde na medida em que viabiliza a aplicação das vacinas logo nos primeiros dias de vida. Se for aprovada, atualmente as vacinas disponíveis apenas nos postos de saúde serão oferecidas também nas maternidades e hospitais do estado.



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