A data comemorativa do aniversário de emancipação da cidade de Amélia Rodrigues foi assinalada na Assembleia Legislativa do Estado pelo deputado Carlos Geilson (PTN).
Na moção de congratulações que apresentou, o deputado lembrou o surgimento do município, que, segundo historiadores, pertencia à sesmaria dos irmãos Luiz Vaz e Manoel Nunes Paiva, doada em 1609 pelo governador do Brasil, dom Diogo de Menezes. Transferida por testamento ao Mosteiro de São Bento da Cidade do Salvador em 1622, nela, os beneditinos construíram o engenho São Bento de Inhatá, primeiro ponto povoado da região.
Em 1702, no local da sede municipal, mais tarde denominado Marucá, edificou-se a capela de Nossa Senhora da Lapa, formando-se o povoado de Lapa, o qual desenvolveu-se em função da cultura da cana-de-açúcar. O arraial passou a sede de distrito em 1936, integrando o município de Santo Amaro. Em 1944, teve seu nome mudado para Traripe e, em 1961, para Amélia Rodrigues, em homenagem à educadora e poetisa ali nascida.
Hoje, a fonte econômica básica do município é a atividade agroaçucareira praticada pela Usina Aliança; porém, outras atividades econômicas também contribuem para enriquecer a renda municipal, como, por exemplo, a agropecuária, a indústria, o turismo e o comércio e serviços. A avicultura é uma atividade emergente no município, mas vem recebendo grandes investimentos.
Na opinião do parlamentar, Amélia Rodrigues é uma cidade bonita e encantadora, tem um povo receptivo, hospitaleiro, trabalhador, alegre e muito feliz. "Quero parabenizar os amelienses pelo transcurso dos 51 anos desse importante município do nosso Estado".
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