Os integrantes da Comissão Especial da Copa 2014 continuam preocupados com a proibição da venda de acarajés nos estádio, determinada pela Fifa, entidade máxima do futebol mundial responsável pela realização da Copa das Confederações 2013 e Copa do Mundo 2014, no Brasil, tendo a Bahia como sede nas duas competições. A proibição do trabalho das baianas de acarajés e dos vendedores ambulantes num raio de dois quilômetros ao redor da Arena Fonte Nova durante essas duas competições continua merecendo críticas dos baianos.
Ontem, pela manhã, a vice-presidente do colegiado, deputada Maria del Carmen (PT), durante sessão ordinária, confirmou um encontro dos parlamentares com o secretário para Assuntos da Copa, Ney Campelo, em visita que já está sendo agendada. Os parlamentares desejam pressionar a entidade a rever esta decisão, considerada absurda pelos baianos, pois a venda de acarajé e outros quitutes faz parte da mais pura cultura baiana.
"Vamos agendar uma visita ao secretário Ney Campelo, pois desejamos saber como estão os entendimentos para solução desses dois problemas e, em especial, o das baianas. O governador Jaques Wagner garantiu que fará esta defesa", destacou Maria del Carmen.
A deputada, que conversou antes da reunião com o colega Bira Corôa (PT), presidente da Comissão Especial de Promoção da Igualdade - incorporado também na defesa das baianas de acarajé - pretende agendar o quanto antes a visita ao secretário Ney Campelo.
"O local onde está localizada a Arena Fonte Nova é altamente comercial. Eu quero ver como será possível impedir que os comerciantes e vendedores ambulantes sejam proibidos de trabalhar na venda dos seus produtos num raio de dois quilômetros, pois a Fifa só permite a comercialização de produtos do seu interesse", concluiu a vice presidente Maria del Carmen (PT).
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