O aniversário de emancipação política de Gandu, no Sul do estado, foi registrado na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), em moção de congratulação protocolada pelo deputado Laerte do Vando (PSC). A cidade comemorou 61 anos de independência neste domingo, 28 de julho.
No documento, o parlamentar registra que a história da cidade se inicia, em 1903, com a visita do coronel Barachisio Lisboa e o engenheiro Horácio Lafer e Mesquita, que reivindicavam o território para o município de Santarém (Ituberá), o que foi acatado pelo Governo do Estado, em 6 de maio daquele mesmo ano, quando novos habitantes chegaram e construíram fazendas.
“Ainda no começo do século, visando investir na produção cacaueira, chegavam nessas terras o senhor José Amado Costa e Gregório Monteiro da Costa, ambos lavradores em busca de solo fértil para a cultura do cacau. José Amado Costa se fixou nesta área, comprando uma fazenda e levantando casa em frente de um pé de pequi, onde nas noites frias da terra chuvosa e úmida, dormia uma grande ave de hábito noturno, sugerindo o nome Corujão para a nova fazenda instalada. Esta é a origem histórica da cidade, que nasceu sob a sombra daquele majestoso pequi existente onde é hoje a praça São José”, resumiu Laerte do Vando.
Na moção, ele também destacou que a origem do nome do município se inspirou na presença de jacarés da espécie 'guandus' no rio e lagoas do território. “E é por isso também que a bandeira ganduense tem como símbolo um jacaré”, explicou.
Para finalizar, o deputado enalteceu a participação popular na luta pela emancipação: “Em 6 de Agosto de 1920, a vila pertencente a Ituberá, tornou-se distrito. Este foi crescendo com o trabalho do seu povo, a ponto de levantar um movimento para sua emancipação política. Essa luta não foi em vão e, através do decreto estadual n°1008, de 28 de Julho de 1958, no governo de Manoel Libânio da Silva, foi concretizada a independência de Gandu”.
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