O deputado Dr. Diego Castro (PL) aplaudiu a luta pela anistia dos presos e exilados políticos do Brasil. Em moção de aplauso, ele considerou que a concessão da anistia, “nos marcos da legalidade e do equilíbrio institucional”, representa um passo importante para o fortalecimento da paz social e da reconciliação nacional. “É um ato de responsabilidade com a história”, disse, que visa reparar excessos e injustiças cometidos durante períodos conturbados de nossa vida política, sem abrir mão da ordem, do respeito à verdade e do compromisso com os valores que sustentam a democracia.
Para ele, “é essencial reconhecer a bravura” de cidadãos brasileiros que, movidos por ideais de liberdade, enfrentaram momentos difíceis em defesa de um país mais justo e soberano. A anistia, prosseguiu, deve servir à união nacional, e não à reescrita ideológica da história. “Nosso compromisso é com o resgate da verdade, não com versões parciais ou narrativas que sirvam a interesses partidários”. Diego Castro defende a anistia como instrumento de justiça e pacificação, mas sempre dentro dos marcos do Estado de Direito. “A liberdade e a democracia que prezamos só se sustentam quando há respeito às instituições, à Constituição e às forças legítimas do Estado”, declarou.
Ele também acredita que o Brasil precisa avançar, olhando para o futuro com responsabilidade, sem perpetuar divisões nem promover radicalismos de qualquer natureza, seja à esquerda ou à direita. “A anistia, neste contexto, deve reconhecer a dor e o sacrifício daqueles que sofreram perseguições, mas, também reafirmar que a ordem, a legalidade e a defesa da nação são valores inegociáveis”. O patriotismo, o amor ao Brasil e a luta por um país melhor não pertencem a um só grupo ou ideologia, declarou.
“São princípios que devem unir todos os brasileiros, independentemente de suas posições políticas”.
Por fim, o parlamentar declinou que apoia “iniciativas sérias e equilibradas que promovam a verdade histórica, respeitem as instituições e reconheçam os direitos dos anistiados, desde que dentro da legalidade e com total transparência. A justiça de transição não pode ser usada como palanque ideológico, mas sim como um instrumento de fortalecimento das liberdades e do respeito à dignidade humana”.
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