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Aniversário de Iraquara é saudado por Laerte do Vando

Publicado em: 15/07/2025 17:37
Editoria: Notícia

Deputado Laerte do Vando (Podemos)
Foto: AscomALBA/AgênciaALBA
O deputado Laerte do Vando (Podemos) apresentou, na Assembleia Legislativa, moção de congratulações pela passagem do 63º aniversário de emancipação política e administrativa de Iraquara, celebrado no último dia 5 de julho. O parlamentar solicitou à Casa que dê ciência da homenagem a lideranças locais, como o prefeito Walterson Ribeiro Coutinho (Nino) e o ex-prefeito Edimário Guilherme de Novais, além de vereadores.

O legislador enalteceu a história do município, cujo nome de origem indígena significa “buraco das abelhas”. Registrou que seu início se deu pela descoberta de um poço de água salobra, pelo Sr. Manoel Félix da Cruz, e que, por estar localizada na região da Chapada Diamantina, atraiu gente pela descoberta de minérios, na metade do século XIX. Também destacou suas pinturas rupestres, fósseis e registros arqueológicos, “revelando a importância histórica e geográfica dessa terra”, além de anotar que possui “o segundo maior lençol freático do Brasil e o mais rico em recursos hídricos da Chapada Diamantina e Microrregião de Irecê”.

Entre outras curiosidades, a moção traz a informação de que o Sr. Manoel Félix da Cruz, observando que Parnaíba (hoje, Iraporanga) – onde habitantes do povoado faziam suas compras e vendas – ficava na direção que o sol nascente, pensou em abrir a golpes de facão, em linha reta em direção ao nascente do sol, para chegar com mais facilidade à localidade. “E assim o fez, pegou seus empregados, convidou amigos e começaram a abrir a estrada, esta era medida em braças, tarefa e léguas. Em cada légua era fincado um grande mourão, até chegarem em Parnaíba”, registrou.

Laerte do Vando exaltou, na moção, a figura de Abdias D ́Oliveira Dourado como entusiasta do progresso da localidade, “onde não mediu esforços para a emancipação do município de Iraquara, chegando a vender gado e buscar, juntos aos fazendeiros e comerciantes, apoio financeiro para fazer frente as despesas da documentação necessária ao processo de emancipação”. O parlamentar usou relato da escritora Maria Neta, bisneta do Sr. Manoel Félix da Cruz e filha de Abdias D ́Oliveira Dourado, conhecido carinhosamente como Douzinho Cai N’água.



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