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Adolfo faz balanço e disse que seguirá presidindo a ALBA "com bom senso e espírito democrático"

Publicado em: 01/02/2023 21:39
Editoria: Notícia

Adolfo Menezes é reeleito presidente da ALBA
Foto: AscomALBA/AgênciaALBA

No primeiro discurso como presidente reeleito da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), o deputado Adolfo Menezes fez um rápido balanço dos dois anos de sua gestão anterior e apresentou seus compromissos para o próximo biênio.

Ao lembrar do primeiro mandato, Adolfo destacou que todas as matérias de interesse da Bahia e do povo baiano foram votadas e aprovadas. “Não graças a mim, mas pelo espírito republicano de todas as nossas deputadas e de todos os nossos deputados – de situação e de oposição – que se fixaram apenas em uma coisa: responsabilidade para com a coisa pública”, afirmou.

Adolfo destacou ainda, logo no início de sua fala, a marca de sua gestão: a austeridade. “Não aumentamos os gastos, cumprindo apenas as obrigações de natureza jurídica e de crescimento vegetativo da nossa folha de pagamento”, disse.

Para o presidente reeleito da ALBA, o corte de despesas supérfluas é uma imposição da realidade. “Não dá pra esbanjar dinheiro público em um país onde 34 milhões de pessoas passam fome”, justificou.

Ele fez questão também de, no discurso, agradecer às companheiras e companheiros de Mesa Diretora e também aos líderes da maioria, deputado Rosemberg Pinto (PT) e da oposição, Sandro Régis (UB). “E como uma andorinha só não faz Verão, meu muito obrigado ao corpo funcional desta Casa pelo profissionalismo e alto senso de responsabilidade dos nossos servidores, assessores diretos, diretores e superintendentes”, acrescentou.

O parlamentar citou ainda as dificuldades dos últimos dois anos, marcados pela pandemia da Covid-19. Mas, para ele, agora o Brasil entra numa nova etapa do desenvolvimento. “Precisamos fortalecer ainda mais a nossa democracia – que se mostrou inabalável –mesmo após a tentativa de destruição das sedes dos três poderes, em Brasília, na infame tarde de terror de 8 de janeiro de 2023”, conclamou.

Na avaliação de Adolfo, os extremistas “que mancharam a nossa história, os que envergonharam o nosso país, precisam pagar, sob o jugo da nossa Constituição, mas subjugados pela mão pesada da Justiça”. E pontuou: “O vandalismo, a violência e o terrorismo não foram contra edifícios públicos, mas contra a nossa liberdade”.

O chefe do Legislativo assegurou aos colegas parlamentares que continuará a “ser um bom servidor público, com a missão de defender, de forma intransigente, a democracia e os interesses maiores da Bahia e do povo baiano”.

Para ele, esses próximos dois anos serão de muito trabalho. “Teremos ainda que nos debruçar sobre as sequelas do coronavírus; empregos para uma legião de desempregados; comida para gente faminta; soluções para comércio e indústria; defesa do meio ambiente. E a luta incessante contra o racismo, o machismo e a criminalidade”, afirmou, destacando a parceria com o governador Jerônimo Rodrigues.

Ao lembrar da família, Adolfo Menezes se emocionou. Após citar sua esposa, Denise, seus filhos Arthur e Carol, suas irmãs, Rose e Hildinha, e sua mãe, Detinha, ele falou de quem não estava na sessão. “Aqui, nesta mesa de celebração, estão faltando meu saudoso pai, Pedro Gonzaga; minha segunda mãe, tia Hilda Menezes; e meu irmão, Herculano Menezes – ex-deputado desta Casa e que tantos amigas e amigos aqui deixou”.

Ao concluir o discurso, Adolfo se comprometeu, junto com a nova Mesa Diretora, a conduzir o Legislativo da Bahia “com bom senso, trabalho e espírito democrático”. Agradeceu ainda o governador, pelo “belo gesto” de distinção em comparecer ao Parlamento, e aos baianos e baianas “que nos concederam a glória de mais um mandato nesta Casa do Povo”.




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