FORMAÇÃO EDUCACIONAL
Iniciou o curso de Arquitetura em 1970 na Universidade de Brasília.
ATIVIDADE PROFISSIONAL
Iniciou sua carreira ainda na adolescência, com a formação de grupos musicais vocais e instrumentistas e começou a compor suas próprias músicas. Venceu, em 1968, o IV Festival de Música Popular do Ceará, com a música "Nada Sou" em parceria. Em 1969, após ganhar o "I Festival de Música Popular do Ceará", saiu em excursão para Buenos Aires, junto com o grupo de música e teatro da Capela Cristina. Participou do Festival de Música Popular do Centro de Estudos Universitários de Brasília com "Mucuripe" ficando em primeiro lugar e recebeu, no mesmo festival, menção honrosa e prêmio de melhor interprete com "Cavalo Ferro", 1970. Gravou Mucuripe, compacto da série ?Disco de Bolso?. O primeiro LP, "Manera Fru Fru, Manera", 1973, pela gravadora Philips, e fez trilha sonora do filme "Joana, Francesa". Gravou em 1975, seu segundo álbum "Ave Noturno", lançado pela gravadora Continental, o terceiro disco pela gravadora CBS. Em 1979, foi considerado pelos leitores da Revista Playboy, o melhor cantor do ano. Gravou o LP "Eternas Ondas" e lançou o disco "Juntos" - Fagner e Belchior. Mudou para a gravadora Polydor, onde recolocou para a venda o disco "Manera Fru Fru, Manera". Em 1981, gravou o álbum "Traduzir-se", um grande marco na sua carreira, lançado na Europa e América latina e lançou um álbum em espanhol. Em 1982, lançou "Sorriso Novo". Em 1983, gravou "Palavras de Amor". Nos anos seguintes, gravou os discos "A Mesma Pessoa e Sementes"?, os últimos com a gravadora CBS. Participou do 12º Festival Mundial da Juventude, 1985, Moscou. Em 1986 lançou seu primeiro disco pela gravadora RCS, com o nome de "Fagner" "A lua do Leblon". Participou do lançamento do LP Poets In New York, em homenagem ao espanhol Federico García Lorca, pelo quinquagésimo aniversário da morte, onde compõe a melodia e interpreta a música, do poema La Aurora, 1986. Em 1987, participou da minissérie "A Rainha da Vida" - TV Manchete e também pela trilha sonora da história, e lançou o LP "Romance Deserto", onde superou a marca de 1 milhão de copias vendidas e foi lançado também nos Estado Unidos e lançou também o décimo quinto disco da sua carreira "O Quinze". Em 1988, lançou o álbum Luiz Gonzaga e Fagner que motivou o lançamento do LP Gonzagão e Fagner 2, produzido por Fagner. Nos anos de 1990, lançou o álbum da década, "Pedras que Cantam", e em 1993 lançou o disco "Demais", no ano seguinte lançou o disco "Caboclo Sonhado". Em 1995, fixou moradia em Fortaleza e lançou o álbum "Retratos". Participou da exposição no Espaço Cultural da Câmara dos Deputados, Brasília, como artista plástico, 1995. O vigésimo álbum de sua carreira foi lançado em 1996 "Pecado Verde" e o último disco da década foi "Terral". Em 1998, comemora 25 anos de carreira e grava o CD duplo "Amigos e Canções", com participação de Ângela Maria, Chico Buarque, Djavan, Emilio Santiago, Fábio Jr, Fafá de Belém, Ivan Lins, Joanna, Zezé de Camargo & Luciano. Em 2000, gravou o álbum que tem o título "Fagner". Em 2001, a gravadora BMG lançou o CD duplo Ganzagão e Fagner, reproduzido os dois LP´s, este trabalho permanece em catálogo até hoje. Em 2003, um álbum de estúdio e um DVD ao vivo com o título "Raimundo Fagner & Zeca Baleiro", lançamento da Fundação Social Raimundo Fagner, em Fortaleza. Em 2004, lançou pela "Indie Records", o álbum "Donos do Brasil". O penúltimo disco foi "Fortaleza", 2007 e posteriormente lançou "Uma canção" na Rádio. Em 2014, lançou um álbum ao vivo colaborativo com o cantor e violonista Zé Ramalho, "Fagner & Zé Ramalho ao Vivo".
CONDECORAÇÕES
IV Festival de Música Popular do Ceará, Melhor Canção - "Nada Sou" (em parceria com Marcus Francisco), 1968. Festival de Música Jovem CEUB, Melhor Canção - "Mucuripe" (em parceria com Belchior), prêmio Especial do Júri (hour-concours) - "Cavalo Ferro" (em parceria com Ricardo Bezerra), melhor Intérprete, melhor Arranjo, 1971. Festival TV Tupi, melhor Intérprete - "Quem Me Levará Sou Eu" (Domingos / Manduka), 1979. Prêmio Playboy de MPB, cantor do ano, 1979. Prêmio Playboy de MPB - Melhor Cantor, divide com Cauby Peixoto, 1980. Prêmio Playboy de MPB de Melhor Cantor, divide pela segunda vez com Cauby Peixoto, 1981. Disco Platina, 1981. Prêmio Sharp de Música Popular, melhor cantor, melhor álbum - "O Quinze", 1990, melhor canção - "Amor Escondido" (Raimundo Fagner / Abel Silva), melhor disco regional - Gonzagão e Fagner Vol. 2, 1990.
INFORMAÇÕES ADICIONAIS:
Promulgada a Resolução nº 1.762 em 26/06/2017 e Publicada a proposição no Diário Oficial n. 22.157 em 17/04/2017.
* As informações dos perfis biográficos dos homenageados são atualizadas até a data de entrega da Condecoração
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